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Fio Vermelho
Colagem em preto e vermelho: operário de capacete e uma mulher de lenço, de punho erguido, diante de uma bandeira vermelha. Arte do Fio Vermelho.

Série

Quem leva a riqueza do Brasil · anos 2020 · anos 1950

Estão levando a terra rarado Brasil, e o royalty doano foi R$ 1,9 milhão

A mina de Minaçu, em Goiás, foi vendida a uma empresa americana por R$ 14 bilhões, e o Pentágono garantiu a compra da produção por 15 anos. Pra cidade, o royalty deixou R$ 42 por morador em 2025.

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Leitura · 15 min

O barro de Minaçu

Em Minaçu, no norte de Goiás, o Brasil tem um barro vermelho que o Pentágono quer inteiro. Em setembro de 2026, fechou a compra da mina desse barro por uma empresa americana. O preço: US$ 2,8 bilhões, uns R$ 14 bilhões.

Agora olha o que sobrou pra cidade. A parte do royalty que fica na prefeitura de Minaçu deu, em 2025, R$ 42 por morador. No ano inteiro. O royalty todo que a terra rara de Goiás pagou naquele ano foi R$ 1,9 milhão.

O nome desse barro é terras raras, e o Brasil tem a segunda maior reserva do planeta. Só que existe uma regra que pode obrigar esse barro a ser trabalhado aqui antes de ir embora, e ela ainda não tem data pra sair. Quem segura a caneta já prometeu, em cima de um palanque, o que ia fazer.

Fontes deste capítulo:PODER360-SVCLIMAINFO-SVTRIBUNA-CFEMIBGE-MINACUUSGS-2026, 5 fontes
PODER360-SVFonte confirmada.

USA Rare Earth conclui compra da Serra Verde, em Goiás

cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 14 bilhões)

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CLIMAINFO-SVFonte confirmada.

Empresa dos EUA conclui compra de única mineradora brasileira de terras raras

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TRIBUNA-CFEMFonte confirmada.

CFEM de terras raras em Goiás (dados da ANM)

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USGS-2026Fonte confirmada.

Mineral Commodity Summaries 2026: Rare Earths

In April 2025, China tightened its export controls on rare-earth elements

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Por que o Pentágono quer Goiás

Terra rara não é terra. É um grupo de 17 elementos químicos que quase ninguém sabe o nome. O que importa é o que eles viram: o ímã mais forte que existe. Ele está no motor do carro elétrico, na turbina eólica, no alto-falante do celular no teu bolso. E no míssil.

Quase nove em cada dez quilos de terra rara refinada no mundo saem da China. Em abril de 2025, a China apertou a venda pra fora. E o Pentágono, que o governo americano rebatizou de Departamento da Guerra, tomou uma decisão: a partir de 2027, não compra mais ímã feito com terra rara extraída ou processada na China.

Aí a pergunta virou outra: onde mais tem? Aqui. A reserva brasileira é de 11 milhões de toneladas, um quarto da chinesa, que tem 44 milhões. Na produção, a distância é outra: o Brasil fez 2 mil toneladas em 2025, e a China, 270 mil.

E Minaçu tem um detalhe que o resto do mundo não tem. Quem diz é a chefe da empresa americana que comprou a mina de lá, a Serra Verde.

A Serra Verde é a única produtora das terras raras pesadas fora da Ásia

— Barbara Humpton, chefe da USA Rare Earth, entrevista à Fox News (tradução da Agência Pública) (2026) · ver fonte PUBLICA-2026

Terra rara pesada, como o disprósio e o térbio, é o que se põe no ímã pra ele aguentar o calor de um motor. E a única mina dela fora da Ásia, segundo a própria compradora, fica num barro de Goiás.

Fontes deste capítulo:USGS-2026RESERVA-BRdisputadaPUBLICA-2026IEA-2025OPOPULAR-TRPATENTE-DY, 6 fontes, 1 disputada
USGS-2026Fonte confirmada.

Mineral Commodity Summaries 2026: Rare Earths

In April 2025, China tightened its export controls on rare-earth elements

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RESERVA-BRFonte disputada: os historiadores discordam.

Tamanho da reserva brasileira de terras raras

Aqui os historiadores discordam.

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PUBLICA-2026Fonte confirmada.

Terras raras brasileiras estão no radar da Defesa dos EUA

A Serra Verde é a única produtora das terras raras pesadas fora da Ásia

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OPOPULAR-TRFonte confirmada.

Terras raras em Goiás

telas de celulares, carros elétricos, turbinas eólicas, radares e mísseis

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PATENTE-DYFonte confirmada.

Nd-Fe-B sintered magnets with reduced dysprosium or terbium (US9468972B2)

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Quem levou

A mina se chama Serra Verde e começou a produzir em Minaçu em 2024. Os donos eram fundos de investimento americanos e ingleses. Em fevereiro de 2026, a DFC, uma agência de crédito do governo americano, emprestou à mina US$ 565 milhões, com direito de virar sócia.

Em abril, a USA Rare Earth, uma empresa americana, assinou o acordo pra comprar a Serra Verde: US$ 300 milhões em dinheiro e o resto em ações, uns US$ 2,8 bilhões no total. E a USA Rare Earth tem um sócio de peso. Em janeiro, o Departamento de Comércio do governo americano acertou com ela US$ 1,6 bilhão, e levou ações.

Aí, em 24 de agosto de 2026, veio a cartada. O Departamento da Guerra se comprometeu com US$ 750 milhões numa empresa criada só pra uma coisa: comprar toda a produção atual da mina de Minaçu. Por 15 anos. Com preço mínimo garantido.

A compra fechou no começo de setembro, dias depois de o Senado aprovar a lei dos minerais críticos, os minerais que o mundo precisa e poucos têm, como a terra rara. A lei que podia ter atrapalhado a venda.

Então repara no desenho. O governo americano empresta, entra de sócio, compra a produção e garante o preço. O Pentágono garante o preço. E o Brasil garante o quê?

Fontes deste capítulo:PODER360-SVCLIMAINFO-SVAGBR-ABR2026FOLHAPE-SVFORUM-SVSEC-10KEENEWSPARTICIPACAO-EUAdisputadaSEC-8K-1, 9 fontes, 1 disputada
PODER360-SVFonte confirmada.

USA Rare Earth conclui compra da Serra Verde, em Goiás

cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 14 bilhões)

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CLIMAINFO-SVFonte confirmada.

Empresa dos EUA conclui compra de única mineradora brasileira de terras raras

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AGBR-ABR2026Fonte confirmada.

Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos

O subsolo brasileiro pertence à União.

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FOLHAPE-SVFonte confirmada.

Serra Verde, única que produz terras raras no país, pode ter EUA de sócio

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FORUM-SVFonte confirmada.

Serra Verde: entenda a venda da mineradora de terras raras aos EUA

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SEC-10KFonte confirmada.

USA Rare Earth: relatório anual 10-K (2025)

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EENEWSFonte confirmada.

US takes equity stake, invests $1.6B in rare earths miner

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PARTICIPACAO-EUAFonte disputada: os historiadores discordam.

Quanto da USA Rare Earth fica com o governo americano

Aqui os historiadores discordam.

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SEC-8K-1Fonte confirmada.

Comunicado da USA Rare Earth (8-K, anexo 99-1), 24/8/2026

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O que fica

O que o Brasil cobra de quem tira minério do chão tem nome: CFEM. É o royalty da mineração. Pra terra rara, ele é 2% do que a empresa fatura, tirados os impostos. O minério de ferro paga 3,5%.

Em 2025, toda a terra rara de Goiás, que é praticamente só essa mina, pagou R$ 1,89 milhão de CFEM. No ano inteiro. Na arrecadação de mineração de Goiás, que somou R$ 229,8 milhões, a terra rara foi menos de 1%.

Pela lei, 60% desse royalty fica na prefeitura onde a mina está. Minaçu tem 27 mil moradores. Faz a conta e dá os R$ 42 por morador, por ano. Uns R$ 3,50 por mês: menos que uma passagem de ônibus.

Agora pega o preço que a mina valeu na venda e divide pelo royalty inteiro de um ano. Dá 7.400 anos. Pra pagar o que essa mina valeu, ela teria que estar pagando royalty desde antes de alguém levantar as pirâmides do Egito.

E não adianta dizer que a produção vai crescer. Ela vai: a meta é chegar a 4 mil toneladas por ano até o fim de 2026. Mas, mesmo se a mina pagasse dez vezes mais royalty, a conta ainda daria 740 anos.

E emprego? São mais de 350 funcionários, sem contar terceirizado. Gente da região, trabalho de verdade, que ninguém aqui está desprezando. Mas 350 crachás e R$ 42 por morador é o que fica de uma mina que o governo americano trata como assunto de guerra.

Fontes deste capítulo:PODER360-SVTRIBUNA-CFEMIBGE-MINACULEI13540OPOPULAR-EMPREGO, 5 fontes
PODER360-SVFonte confirmada.

USA Rare Earth conclui compra da Serra Verde, em Goiás

cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 14 bilhões)

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TRIBUNA-CFEMFonte confirmada.

CFEM de terras raras em Goiás (dados da ANM)

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LEI13540Fonte confirmada.

Lei 13.540/2017 (CFEM)

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Pra onde foi o barro

O registro de exportação do governo conta o caminho. Em 2025, saíram de Minaçu 678 toneladas de terra rara concentrada pra China, por US$ 12 milhões. Pros Estados Unidos, no ano inteiro, saíram 51 quilos.

Agora o jogo virou: a produção atual já tem dono, o comprador montado pelo Pentágono, que a empresa diz que começa a receber no fim de 2026.

O que sai daqui é um carbonato misto: o barro lavado e concentrado, com as terras raras todas juntas. Separar uma da outra, o neodímio pra cá, o disprósio pra lá, é a parte cara. É a parte que vira ímã. É a parte que vale. E ela não acontece no Brasil.

No mesmo ano, o Brasil comprou US$ 16,7 milhões em ímã permanente de metal, três quartos disso da China. Vende o barro, compra o ímã.

O pior é que o Brasil já soube fazer essa separação. Faz 70 anos.

Fontes deste capítulo:SEC-8K-1SEC-8K-2COMEXSENADO-CEBRI, 4 fontes
SEC-8K-1Fonte confirmada.

Comunicado da USA Rare Earth (8-K, anexo 99-1), 24/8/2026

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SEC-8K-2Fonte confirmada.

Comunicado da Serra Verde (8-K, anexo 99-2), 24/8/2026

early in fourth quarter of 2026

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COMEXFonte confirmada.

Comex Stat: exportação de Minaçu e importação de ímãs (2025)

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SENADO-CEBRIFonte confirmada.

Documento do Senado (CEBRI/Vallya) sobre terras raras

avança apenas até a purificação, exportando carbonato misto de baixo valor

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O barro é teu

Antes de voltar no tempo, uma coisa que quase ninguém lembra: esse barro é teu. Está na Constituição.

Constituição Federalart. 20, IX

São bens da União:
(...)
IX - os recursos minerais, inclusive os do subsolo;

Documento da fonte CF88

União não é um prédio em Brasília. É você, é a gente, é o morador de Minaçu.

Só que, 156 artigos depois, vem o porém.

Constituição Federalart. 176

As jazidas, em lavra ou não, e demais recursos minerais (...) pertencem à União, garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra.

Documento da fonte CF88

Traduzindo: enquanto está no chão, é teu. Saiu da cava, é deles. É como deixar alguém tirar areia do teu quintal e receber R$ 2 a cada R$ 100 que ele vende. O resto da conta, ele faz lá fora.

A Constituição deixa a União cobrar mais e exigir mais. Quem decide quanto é a lei. E a lei cobra 2% e, até setembro de 2026, não pedia mais nada.

Fontes deste capítulo:CF88, 1 fonte
CF88Fonte confirmada.

Constituição da República Federativa do Brasil

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O Brasil já sabia

Por volta de 1885, começaram a tirar uma areia escura da praia de Prado, no sul da Bahia. Ela tinha terra rara e ia de navio pra Áustria e pra Alemanha. Virava camisinha de lampião, aquela telinha branca que acende no lampião a gás.

Foi o primeiro uso comercial de terra rara no mundo. E o Brasil era o maior fornecedor, até perder o posto pra Índia, em 1914.

Nos anos 1940 e 1950, uma empresa de São Paulo, a Orquima, fazia a parte cara: separava as terras raras uma da outra e vendia o pó pronto pra fora. Processava umas 2 mil toneladas de areia por ano, e o Brasil virou um dos principais fornecedores de terra rara separada do mundo.

No começo dos anos 1960, por causa do urânio e do tório que vêm na mesma areia, o Estado assumiu a operação. Ela trocou de nome duas vezes e, em 2002, a produção de terra rara foi praticamente desativada. Dois químicos da USP, Paulo de Sousa Filho e Osvaldo Serra, fizeram a conta disso em 2014: o investimento em tecnologia e em gente, escreveram eles, foi praticamente perdido.

Não é que o Brasil não sabe. O Brasil desmontou. E repara quem largou: o próprio Estado. Estatizar e esquecer também não resolve.

Fontes deste capítulo:QN2014CETEM-TR, 2 fontes
QN2014Fonte confirmada.

Sousa Filho e Serra, Química Nova 37(4)

praticamente desativada em 2002

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CETEM-TRFonte confirmada.

Terras raras (Recursos Minerais e Indústria, 36)

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Uma briga que a gente já ganhou

E tem uma briga dessas que o Brasil já ganhou. No fim dos anos 1940, o petróleo estava indo pelo mesmo caminho: o governo Dutra queria abrir o petróleo pro capital privado, inclusive o de fora. Estudante, militar nacionalista e gente comum foram pra rua com uma frase de quatro palavras: o petróleo é nosso.

Foram seis anos de briga. Em 3 de outubro de 1953, saiu a lei que criou a Petrobras, com o monopólio do petróleo na mão do Estado. O monopólio caiu em 1997. A briga nunca acaba de vez.

Mas olha o que ficou. O petróleo paga 10% de royalty, e o pré-sal que é dividido com a União paga 15%. A terra rara de Goiás paga 2%. É de cinco a sete vezes de diferença, e os dois têm o mesmo dono no papel: a União, que é você.

E a Petrobras não nasceu porque um governo acordou bonzinho. Nasceu porque teve rua, e a rua tinha uma exigência de quatro palavras.

Fontes deste capítulo:CPDOC-PETROUFRN-PETROLEI12734, 3 fontes
CPDOC-PETROFonte confirmada.

Petrobras (verbete)

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UFRN-PETROFonte confirmada.

Artigo sobre a campanha O petróleo é nosso

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LEI12734Fonte confirmada.

Lei 12.734/2012 (royalties do petróleo)

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Quem fez diferente

No Chile, o lítio do deserto do Atacama também era tirado por empresa privada pagando taxa fixa. A maior delas pagava 5,8%. Em 2018, o Estado chileno renegociou, e a taxa passou a subir junto com o preço: de 6,8% até 40%. Em 2022, o Chile arrecadou mais de US$ 5,4 bilhões com o lítio.

Volta pra Goiás: aqui são 2%, fixos, com o preço lá em cima ou lá embaixo. E quem perde a diferença é você.

A Indonésia foi mais longe: em 2020, proibiu vender níquel bruto. Quem quisesse, tinha que processar lá. A exportação de níquel saltou de US$ 4 bilhões, em 2017, pra US$ 34 bilhões, em 2022. Com um custo: usina a carvão, que um estudo projeta matar pelo menos 3.800 pessoas por ano.

A lição que dá pra tentar: fazer o refino ficar em casa sem copiar o carvão. E a regra da Indonésia, o Brasil já escreveu numa lei. Em setembro.

Fontes deste capítulo:NRGI-CHILECREA-NIQUELdisputadaAFDB-NIQUELdisputadaUSITC-NIQUEL, 4 fontes, 2 disputadas
NRGI-CHILEFonte confirmada.

Ingresos fiscales por litio en Chile

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CREA-NIQUELFonte disputada: os historiadores discordam.

Debunking the value-added myth in nickel downstream industry

would lead to at least 3,800 annual deaths

Aqui os historiadores discordam.

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AFDB-NIQUELFonte disputada: os historiadores discordam.

Case study: nickel value addition in Indonesia

Aqui os historiadores discordam.

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USITC-NIQUELFonte confirmada.

Briefing sobre a proibição de exportar minério de níquel da Indonésia

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A lei que saiu em setembro

Em 16 de setembro de 2026, o presidente Lula sancionou, sem vetos, a lei dos minerais críticos, a Lei 15.506. Ela cria um conselho de ministros ligado à Presidência, o conselho dos minerais críticos. E esse conselho tem que aprovar, entre outras coisas, estas três: quando muda o dono de uma mineradora; quando estrangeiro passa a mandar nela; e contrato de venda pra fora que possa ameaçar a segurança do país.

E tem um artigo que é a ferramenta da Indonésia escrita em português. Ele diz que o regulamento da lei vai tratar de:

Lei 15.506 (lei dos minerais críticos)2026-09-16 · art. 8º, I

estabelecimento de parâmetros, requisitos técnicos ou compromissos de agregação de valor vinculados à exportação

Documento da fonte LEI15506

Na nossa leitura, isso abre caminho pra exigir que a terra rara saia daqui separada, trabalhada. Abre. Mas só depois de um decreto. E a lei não deu prazo pra esse decreto.

O que a lei não faz: não mexe no royalty de 2%. Não cria estatal. Cria um fundo com até R$ 2 bilhões da União, pra todos os minerais críticos do país. Só a agência de crédito e o Departamento da Guerra americanos comprometeram com essa mina de Goiás US$ 1,3 bilhão. No câmbio da venda, mais de R$ 6,5 bilhões.

E a Serra Verde? Pela leitura que corre no governo e na imprensa, a lei não volta no tempo. Não tem decisão de tribunal sobre isso. A venda fechou dias depois de o Senado votar, e escapou.

Fontes deste capítulo:PODER360-SVRETROATIVIDADEdisputadaLEI15506, 3 fontes, 1 disputada
PODER360-SVFonte confirmada.

USA Rare Earth conclui compra da Serra Verde, em Goiás

cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 14 bilhões)

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RETROATIVIDADEFonte disputada: os historiadores discordam.

A lei dos minerais críticos alcança a venda da Serra Verde?

a nova lei não deve ter efeito retroativo

Aqui os historiadores discordam.

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LEI15506Fonte confirmada.

Lei 15.506, de 16 de setembro de 2026 (minerais críticos e estratégicos)

estabelecimento de parâmetros, requisitos técnicos ou compromissos de agregação de valor vinculados à exportação

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Os nomes

Em 18 de março de 2026, o então governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assinou um memorando com o governo americano, no consulado dos Estados Unidos em São Paulo, pra pesquisa e exploração de minerais críticos no estado. Só que subsolo não é de estado. Em abril, o ministro da Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, respondeu.

O subsolo brasileiro pertence à União.

— Márcio Elias Rosa, ministro da Indústria e Comércio (2026) · ver fonte AGBR-ABR2026

Dez dias depois do memorando, em 28 de março, o senador Flávio Bolsonaro subiu num palco da direita americana, a CPAC, nos Estados Unidos. E disse que o Brasil é:

a solução para os Estados Unidos quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente terras raras

— Flávio Bolsonaro, na CPAC (2026) · ver fonte CNN-CPAC

Depois, num vídeo, disse que negocia com todo mundo, China inclusive. Mas foi no palco americano que ele disse isso primeiro.

Em outubro, depois do segundo turno, o Supremo proibiu ele de sair do país. Ele saiu mesmo assim, pela Argentina, de avião particular. Pra onde? Estados Unidos.

E o governo? Em Belém, num comício em 28 de setembro, o presidente Lula prometeu que ninguém ia meter a mão nas nossas terras raras. E disse mais.

Nós vamos explorar aqui, desenvolvê-los aqui, industrializá-los aqui.

— Luiz Inácio Lula da Silva, em comício em Belém (2026) · ver fonte LIBERAL-BELEM

Bonita a frase. Só que, em junho, a Advocacia-Geral da União, que defende o governo, foi contra uma ação no Supremo que tentava barrar a venda. Disse que isso cabe ao governo e ao Congresso, não ao tribunal.

E o conselho dos minerais críticos, que a ministra da Casa Civil disse em setembro que podia se reunir em dez dias, chegou ao fim de outubro sem data marcada. Segundo a imprensa, o argumento do Planalto era a eleição. A eleição acabou. E a mão já entrou.

Fontes deste capítulo:AGBR-ABR2026CNN-CPACEM-FLAVIOAGBR-MORAESAGBR-MIAMILIBERAL-BELEMCNN-AGUBRASILEMFOLHASBRASILMINERAL, 9 fontes
AGBR-ABR2026Fonte confirmada.

Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos

O subsolo brasileiro pertence à União.

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CNN-CPACFonte confirmada.

Flávio diz que Brasil é solução para EUA ter minerais de terras raras

a solução para os Estados Unidos quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente terras raras

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EM-FLAVIOFonte confirmada.

Flávio Bolsonaro defende uso de terras raras no Brasil por outros países

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AGBR-MORAESFonte confirmada.

Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país

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AGBR-MIAMIFonte confirmada.

Avião com Flávio Bolsonaro e família segue para Miami

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LIBERAL-BELEMFonte confirmada.

Em Belém, Lula diz: eu não quero guerra com os EUA, quero respeito

Nós vamos explorar aqui, desenvolvê-los aqui, industrializá-los aqui.

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CNN-AGUFonte confirmada.

Governo descarta intervenção em venda da Serra Verde, de terras raras

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BRASILEMFOLHASFonte confirmada.

Conselho de minerais críticos pode encerrar 2026 sem 1ª reunião

ainda não há data marcada

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BRASILMINERALFonte confirmada.

Governo cria três subsecretarias para o CIMCE

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"Mas sem o dinheiro de fora não tem mina"

A objeção mais forte é séria e merece resposta: separar terra rara é caro e difícil. Uma usina de separação custa na casa de US$ 500 milhões, e só fica em pé com comprador garantido por anos. Sem o capital de fora, nem a mina de Minaçu existiria. É o argumento.

Agora olha o que o capital de fora fez. O governo americano não deixou o mercado decidir sozinho. Ele pôs dinheiro público, garantiu preço mínimo e comprador por 15 anos. Exatamente o que dizem que o Brasil não pode fazer.

E saber, a gente sabe. O centro de tecnologia mineral do governo, o Cetem, tem patente de um jeito de separar terra rara desde 2023. Pesquisadores de universidades brasileiras, na rede INCT Terras-Raras, já separaram neodímio, praseodímio, disprósio e térbio e purificaram com mais de 99,9% de pureza. Em escala de laboratório, ainda.

Em Lagoa Santa, Minas Gerais, existe uma fábrica piloto de ímã de terra rara. Em 2026, ela recebeu o primeiro carbonato brasileiro pra testar: 20 quilos.

E dinheiro público brasileiro já está na mesa. O BNDES, o banco de desenvolvimento do governo, já aprovou financiamento pra uma mineradora australiana montar uma planta piloto em Poços de Caldas. E abriu, com a Finep, a agência de inovação, uma chamada pra minerais críticos com meta de pelo menos R$ 5 bilhões pra financiar projeto.

Ninguém está pedindo pra expulsar ninguém. O Chile não expulsou. A Indonésia não expulsou. Eles botaram condição. E se o teu dinheiro, no BNDES, já entra, condição dá pra pôr.

Fontes deste capítulo:CLIMAINFO-SVPUBLICA-2026SEC-8K-1SENADO-CEBRISBPMATOLHAR-LAGOASANTA, 6 fontes
CLIMAINFO-SVFonte confirmada.

Empresa dos EUA conclui compra de única mineradora brasileira de terras raras

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PUBLICA-2026Fonte confirmada.

Terras raras brasileiras estão no radar da Defesa dos EUA

A Serra Verde é a única produtora das terras raras pesadas fora da Ásia

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SEC-8K-1Fonte confirmada.

Comunicado da USA Rare Earth (8-K, anexo 99-1), 24/8/2026

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SENADO-CEBRIFonte confirmada.

Documento do Senado (CEBRI/Vallya) sobre terras raras

avança apenas até a purificação, exportando carbonato misto de baixo valor

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SBPMATFonte confirmada.

Nota conjunta sobre terras raras

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OLHAR-LAGOASANTAFonte confirmada.

Terras raras: laboratório inicia testes com matéria-prima nacional

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O que dá pra ter agora

Então o que dá pra ter agora? Três coisas. Duas dependem do governo, uma do Congresso.

Primeira: a regra de separar aqui. O governo tem uma lista de decretos que quer assinar até 31 de dezembro: o que olha a venda de mineradora, o do fundo, a lista de minerais, a rede de pesquisa. A regra que obriga a terra rara a sair separada daqui não está na lista. E o decreto do incentivo pra agregar valor ficou pra 2027.

Segunda: o conselho dos minerais críticos reunido, olhando cada contrato novo de venda pra fora. A próxima mina de Goiás, a da canadense Aclara, em Nova Roma, já anunciou onde quer separar o que tirar daqui: numa usina na Louisiana, nos Estados Unidos.

Terceira, no Congresso: um projeto de estatal da terra rara, a Terrabras, o PL 1754/2026, apresentado por deputados do PT. É uma estatal com regra de pré-sal: a União fica com uma parte da produção, de 10% a 80%. O projeto está parado na Câmara desde abril, sem nem ter sido mandado pra uma comissão. O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) pediu pra devolver o projeto como inconstitucional. Quem despacha é o presidente da Câmara, Hugo Motta.

E a Orquima deixa o aviso: estatal sem plano e sem prazo vira portão com cadeado. Esse projeto traz um plano, a partilha. Prazo, ainda não. Por isso toda exigência aqui tem que vir com data.

E o limite tem que ser dito. Nada disso desfaz a venda da Serra Verde. E os 2% de royalty só mudam com lei nova, no Congresso que toma posse em fevereiro de 2027.

Mas é a diferença entre o próximo barro sair do jeito que este saiu ou sair já virado ímã. E uma usina de separação é emprego de químico, de técnico, de operador. Em Goiás, e não na Louisiana.

Fontes deste capítulo:LEI13540LEI15506INFRA-DECRETOSCHEMENG-ACLARACAMARA-PL1754EIXOS-TERRABRASOHOJE-MOTTA, 7 fontes
LEI13540Fonte confirmada.

Lei 13.540/2017 (CFEM)

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LEI15506Fonte confirmada.

Lei 15.506, de 16 de setembro de 2026 (minerais críticos e estratégicos)

estabelecimento de parâmetros, requisitos técnicos ou compromissos de agregação de valor vinculados à exportação

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INFRA-DECRETOSFonte confirmada.

Ala do governo quer regulamentar minerais críticos em 2026 apesar das eleições

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CHEMENG-ACLARAFonte confirmada.

Aclara Resources unveils plans for first heavy rare earths separation plant in the U.S.

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CAMARA-PL1754Fonte confirmada.

PL 1754/2026: tramitação

Requer a devolução ao autor do Projeto de Lei nº 1754, de 2026, por conter matéria evidentemente inconstitucional

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EIXOS-TERRABRASFonte confirmada.

Bancada do PT propõe estatal e regime de partilha para terras raras brasileiras

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A data que falta

Lembra da regra sem data? É ela que falta pôr na lista. A exigência cabe numa linha: até 31 de dezembro, o decreto que obriga a terra rara a sair do Brasil separada, com prazo pra isso acontecer. E o conselho reunido antes disso.

Quem assina decreto é o presidente da República. Quem preside o conselho é a Casa Civil, da ministra Miriam Belchior. É lá que se cobra. A caneta é do Lula. Ele disse em Belém: industrializar aqui. É cobrar a frase dele, com data. Não tem mais eleição pra servir de desculpa.

Em Minaçu, o barro continua vermelho. E rende R$ 42 por morador, por ano. São R$ 14 bilhões contra R$ 42: a conta está feita, com fonte.

O barro é teu. E a caneta tem data.

O que dá pra exigir

  • O decreto que obriga a terra rara a sair separada do Brasil (a regra de agregação de valor do art. 8º da Lei 15.506, que depende de regulamento). Quem assina: o presidente Lula. Quando: a exigência é até 31 de dezembro de 2026; o governo não marcou data, e a regra está fora da lista de decretos do ano. O texto da lei: Lei 15.506, no Planalto (abre em outra aba).
  • A primeira reunião do conselho dos minerais críticos, pra olhar cada contrato novo de venda pra fora. Quem preside: a Casa Civil, da ministra Miriam Belchior. Quando: sem data marcada.
  • O despacho da Terrabras (PL 1754/2026), parado desde abril. Quem decide: o presidente da Câmara, Hugo Motta. Quando: sem data marcada. Acompanhe na ficha de tramitação da Câmara (abre em outra aba).
  • O royalty de 2% da terra rara. Só muda com lei nova. Quem decide: o Congresso que toma posse em fevereiro de 2027. Quando: sem data marcada.
Fontes deste capítulo:LEI13540LEI15506LIBERAL-BELEMBRASILEMFOLHASINFRA-DECRETOSCAMARA-PL1754MAYERBROWN, 7 fontes
LEI13540Fonte confirmada.

Lei 13.540/2017 (CFEM)

Ver na lista completa

LEI15506Fonte confirmada.

Lei 15.506, de 16 de setembro de 2026 (minerais críticos e estratégicos)

estabelecimento de parâmetros, requisitos técnicos ou compromissos de agregação de valor vinculados à exportação

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LIBERAL-BELEMFonte confirmada.

Em Belém, Lula diz: eu não quero guerra com os EUA, quero respeito

Nós vamos explorar aqui, desenvolvê-los aqui, industrializá-los aqui.

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BRASILEMFOLHASFonte confirmada.

Conselho de minerais críticos pode encerrar 2026 sem 1ª reunião

ainda não há data marcada

Ver na lista completa

INFRA-DECRETOSFonte confirmada.

Ala do governo quer regulamentar minerais críticos em 2026 apesar das eleições

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CAMARA-PL1754Fonte confirmada.

PL 1754/2026: tramitação

Requer a devolução ao autor do Projeto de Lei nº 1754, de 2026, por conter matéria evidentemente inconstitucional

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MAYERBROWNFonte confirmada.

Lei 15.506/2026: política nacional de minerais críticos e estratégicos

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Fontes

Tudo que a gente conta no episódio tem a fonte aqui embaixo.

50 fontes · 45 confirmadas · 5 disputadas

PODER360-SV

Fonte confirmada.

USA Rare Earth conclui compra da Serra Verde, em Goiás — Poder360, 2026-09-04

A compra da Serra Verde, em Minaçu, pela USA Rare Earth foi concluída no começo de setembro de 2026, por cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 14 bilhões) pelo preço da ação; a mina produz desde 2024 e tem meta de 4 mil toneladas por ano até o fim de 2026.

cerca de US$ 2,8 bilhões (R$ 14 bilhões)

https://www.poder360.com.br/poder-economia/usa-rare-earth-conclui-compra-da-serra-verde-em-goias/

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CLIMAINFO-SV

Fonte confirmada.

Empresa dos EUA conclui compra de única mineradora brasileira de terras raras — ClimaInfo, 2026-09-09

A venda fechou logo depois de o Senado aprovar a lei dos minerais críticos; o BNDES aprovou financiamento à mineradora australiana Viridis pra uma planta piloto em Poços de Caldas.

https://climainfo.org.br/2026/09/09/empresa-dos-eua-conclui-compra-de-unica-mineradora-brasileira-de-terras-raras/

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RETROATIVIDADE

Fonte disputada: os historiadores discordam.

A lei dos minerais críticos alcança a venda da Serra Verde? — ClimaInfo; CNN Brasil, 2026-09-09

Se a lei nova vale pra venda da Serra Verde: o ClimaInfo diz que a lei não deve ter efeito retroativo e que o governo procurava um jeito de barrar a venda; a CNN Brasil diz que o governo descartou intervenção. Não há decisão de tribunal.

a nova lei não deve ter efeito retroativo

Aqui os historiadores discordam.

https://climainfo.org.br/2026/09/09/empresa-dos-eua-conclui-compra-de-unica-mineradora-brasileira-de-terras-raras/

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TRIBUNA-CFEM

Fonte confirmada.

CFEM de terras raras em Goiás (dados da ANM) — Tribuna do Planalto

Em 2025, a CFEM de terras raras em Goiás somou R$ 1,89 milhão, 0,82% dos R$ 229,8 milhões da arrecadação mineral do estado; Goiás responde por cerca de 87% da CFEM de terra rara do país.

https://tribunadoplanalto.com.br/?p=96787

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IBGE-MINACU

Fonte confirmada.

Censo 2022: população de Minaçu (GO) — IBGE, 2022

Minaçu tem 27.075 moradores. A conta da página: 60% de R$ 1,89 milhão dividido por 27.075 dá R$ 41,88 por morador por ano.

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 1, 4

USGS-2026

Fonte confirmada.

Mineral Commodity Summaries 2026: Rare Earths — Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), 2026

Reservas: China 44 milhões de toneladas, Brasil 11 milhões (a segunda maior). Produção em 2025: Brasil 2 mil toneladas, China 270 mil. Em abril de 2025 a China apertou o controle de exportação de terras raras.

In April 2025, China tightened its export controls on rare-earth elements

https://pubs.usgs.gov/periodicals/mcs2026/mcs2026-rare-earths.pdf

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RESERVA-BR

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Tamanho da reserva brasileira de terras raras — USGS; imprensa, 2026

Quanto o Brasil tem: o USGS 2026 dá 11 milhões de toneladas; a edição de 2025 e parte da imprensa falam em 21 milhões. O texto usa o número de 2026 e só afirma que é a segunda maior reserva.

Aqui os historiadores discordam.

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 2

PUBLICA-2026

Fonte confirmada.

Terras raras brasileiras estão no radar da Defesa dos EUA — Agência Pública, 2026-08-03

O Departamento da Guerra dos EUA proíbe, a partir de 2027, ímã com terra rara extraída ou processada na China; a chefe da USA Rare Earth disse à Fox News que a Serra Verde é a única produtora de terras raras pesadas fora da Ásia; a chamada BNDES/Finep de minerais críticos tem meta de pelo menos R$ 5 bilhões.

A Serra Verde é a única produtora das terras raras pesadas fora da Ásia

https://apublica.org/2026/08/terras-raras-brasileiras-estao-no-radar-da-defesa-dos-eua/

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IEA-2025

Fonte confirmada.

Global Critical Minerals Outlook 2025 — Agência Internacional de Energia (IEA), 2025

A China responde por cerca de 85% a 91% do refino de terras raras do mundo.

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 2

OPOPULAR-TR

Fonte confirmada.

Terras raras em Goiás — O Popular, 2026-04

Terras raras são 17 elementos químicos, usados em celulares, carros elétricos, turbinas eólicas, radares e mísseis.

telas de celulares, carros elétricos, turbinas eólicas, radares e mísseis

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 2

PATENTE-DY

Fonte confirmada.

Nd-Fe-B sintered magnets with reduced dysprosium or terbium (US9468972B2) — Google Patents

Disprósio e térbio vão no ímã de neodímio pra ele manter a força em temperatura alta.

https://patents.google.com/patent/US9468972

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AGBR-ABR2026

Fonte confirmada.

Goiás defende acordo com EUA para exploração de minerais críticos — Agência Brasil, 2026-04-27

A DFC, agência de crédito do governo americano, emprestou US$ 565 milhões à Serra Verde em fevereiro de 2026; Ronaldo Caiado assinou memorando com o governo dos EUA em 18/3/2026 no consulado em São Paulo; o ministro Márcio Elias Rosa respondeu que o subsolo pertence à União.

O subsolo brasileiro pertence à União.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/goias-defende-acordo-com-eua-para-exploracao-de-minerais-criticos

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FOLHAPE-SV

Fonte confirmada.

Serra Verde, única que produz terras raras no país, pode ter EUA de sócio — Folha de Pernambuco / Diário do Comércio, 2026

O empréstimo da DFC vem com opção de participação minoritária na mina.

https://www.folhape.com.br/economia/serra-verde-unica-que-produz-terras-raras-no-pais-pode-ter-eua-de/465867/

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FORUM-SV

Fonte confirmada.

Serra Verde: entenda a venda da mineradora de terras raras aos EUA — Revista Fórum, 2026

Antes da venda, a Serra Verde era de fundos americanos (Denham Capital e Energy & Minerals Group) e inglês (Vision Blue); o acordo de compra pela USA Rare Earth foi assinado em 20/4/2026.

https://revistaforum.com.br/brasil/serra-verde-entenda-venda-mineradora-terras-raras-eua/

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SEC-10K

Fonte confirmada.

USA Rare Earth: relatório anual 10-K (2025) — USA Rare Earth / SEC, 2026

Em janeiro de 2026, o Departamento de Comércio dos EUA acertou US$ 1,6 bilhão com a USA Rare Earth em troca de ações e bônus de subscrição (carta de intenção não vinculante).

https://www.sec.gov/Archives/edgar/data/1970622/000197062226000021/usar-20251231.htm

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EENEWS

Fonte confirmada.

US takes equity stake, invests $1.6B in rare earths miner — E&E News, 2026-01

O governo americano entra como acionista da USA Rare Earth com o acordo de US$ 1,6 bilhão.

https://www.eenews.net/articles/us-takes-equity-stake-invests-1-6b-in-rare-earths-miner/

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PARTICIPACAO-EUA

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Quanto da USA Rare Earth fica com o governo americano — Reuters/FT; USA Rare Earth (10-K), 2026

Tamanho da fatia do governo dos EUA na USA Rare Earth: Reuters e FT falam em 10%; o relatório 10-K da empresa fala em 8% a 16%. O texto só diz que o governo levou ações.

Aqui os historiadores discordam.

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 3

SEC-8K-1

Fonte confirmada.

Comunicado da USA Rare Earth (8-K, anexo 99-1), 24/8/2026 — USA Rare Earth / SEC, 2026-08-24

O Departamento da Guerra se compromete com US$ 750 milhões numa empresa criada pra comprar 100% da produção da primeira fase da Serra Verde, por 15 anos, com preço mínimo; o produto é carbonato misto de terras raras.

https://www.sec.gov/Archives/edgar/data/0001970622/000121390026092810/ea030292401ex99-1.htm

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SEC-8K-2

Fonte confirmada.

Comunicado da Serra Verde (8-K, anexo 99-2), 24/8/2026 — USA Rare Earth / SEC, 2026-08-24

As entregas ao comprador montado com o Pentágono começam no início do quarto trimestre de 2026.

early in fourth quarter of 2026

https://www.sec.gov/Archives/edgar/data/0001970622/000121390026092810/ea030292401ex99-2.htm

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LEI13540

Fonte confirmada.

Lei 13.540/2017 (CFEM) — Presidência da República, 2017

A CFEM é de 2% para "diamante e demais substâncias minerais", onde entra a terra rara, e de 3,5% para o ferro, sobre a receita de venda menos os tributos; 60% vai pro município produtor. A alíquota só muda por lei.

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/lei/l13540.htm

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OPOPULAR-EMPREGO

Fonte confirmada.

Serra Verde: empregos na mina de Minaçu — O Popular, 2026-04

A mina tem mais de 350 funcionários, sem contar empreiteiros, 66% da comunidade local.

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 4

COMEX

Fonte confirmada.

Comex Stat: exportação de Minaçu e importação de ímãs (2025) — Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 2026-10

Em 2025, Minaçu exportou 677.908 kg de compostos de terras raras pra China (US$ 11.962.522) e 51 kg pros EUA. O Brasil importou US$ 16,7 milhões em ímã permanente de metal (NCM 8505.11.00), 76% da China; essa classificação não separa ímã de terra rara de outros ímãs metálicos.

https://api-comexstat.mdic.gov.br/cities

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SENADO-CEBRI

Fonte confirmada.

Documento do Senado (CEBRI/Vallya) sobre terras raras — Senado Federal

O Brasil avança só até a purificação e exporta carbonato misto; uma usina de separação custa cerca de US$ 500 milhões e depende de clientes-âncora e contratos longos; o Cetem tem patente de rota de separação (INPI, 2023).

avança apenas até a purificação, exportando carbonato misto de baixo valor

https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento/download/d638f889-793e-4c08-9ce3-f986d23b1e30

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CF88

Fonte confirmada.

Constituição da República Federativa do Brasil — Presidência da República, 1988

Art. 20, IX: os recursos minerais, inclusive os do subsolo, são bens da União. Art. 176: as jazidas pertencem à União, mas o produto da lavra é de quem tem a concessão.

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm

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QN2014

Fonte confirmada.

Sousa Filho e Serra, Química Nova 37(4) — Paulo de Sousa Filho e Osvaldo Serra, 2014

Monazita explorada a partir de cerca de 1885 em Prado (BA), exportada pra Áustria e Alemanha pras camisas de iluminação a gás; o Brasil liderou até 1914; a Orquima separava terras raras nos anos 1940-50; a produção foi praticamente desativada em 2002 e o investimento foi praticamente perdido.

praticamente desativada em 2002

https://www.scielo.br/j/qn/a/rV5BjydbKvZFZcPhwktTVgf/?lang=pt

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CETEM-TR

Fonte confirmada.

Terras raras (Recursos Minerais e Indústria, 36) — Centro de Tecnologia Mineral (Cetem)

O Estado assumiu a operação por causa do urânio e do tório presentes na areia monazítica.

https://cetem.gov.br/antigo/images/publicacoes/livros/rmi/36-TERRAS-RARAS.pdf

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CPDOC-PETRO

Fonte confirmada.

Petrobras (verbete) — CPDOC/FGV

O Estatuto do Petróleo do governo Dutra abria o setor ao capital privado; a campanha O petróleo é nosso, com Clube Militar, CEDPEN e UNE, levou à Lei 2.004, de 3/10/1953, que criou a Petrobras com monopólio. O monopólio acabou em 1997.

https://escolas.educacao.ba.gov.br/sites/default/files/private/midiateca/documentos/2014/petrobras-cpdoc.pdf

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UFRN-PETRO

Fonte confirmada.

Artigo sobre a campanha O petróleo é nosso — Revista de Direito da Energia (UFRN)

https://periodicos.ufrn.br/direitoenergia/article/download/5072/4061/12374

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LEI12734

Fonte confirmada.

Lei 12.734/2012 (royalties do petróleo) — Presidência da República, 2012

No regime de partilha do pré-sal, o royalty é de 15%; na concessão, 10%.

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/L12734.htm

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NRGI-CHILE

Fonte confirmada.

Ingresos fiscales por litio en Chile — Natural Resource Governance Institute (NRGI), 2024-05

Até 2017 a SQM pagava 5,8% fixo; os contratos renegociados em 2018 cobram de 6,8% a 40% conforme o preço; em 2022 o Chile arrecadou mais de US$ 5,4 bilhões com lítio.

https://resourcegovernance.org/sites/default/files/2024-05/NRGI_Ingresos%20fiscales%20litio%20Chile.pdf

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CREA-NIQUEL

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Debunking the value-added myth in nickel downstream industry — CREA e CELIOS, 2024-02-20

Quanto a Indonésia exportou de níquel em 2022: o estudo do CREA/CELIOS dá US$ 34 bilhões (contra US$ 4 bilhões em 2017); o Banco Africano de Desenvolvimento e o governo indonésio falam em US$ 30 bilhões. As 3.800 mortes por ano são projeção do mesmo estudo, que é crítico à política.

would lead to at least 3,800 annual deaths

Aqui os historiadores discordam.

https://energyandcleanair.org/publication/debunking-the-value-added-myth-in-nickel-downstream-industry/

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AFDB-NIQUEL

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Case study: nickel value addition in Indonesia — Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB)

O AfDB dá US$ 30 bilhões de exportação de níquel da Indonésia em 2022, contra os US$ 34 bilhões do CREA.

Aqui os historiadores discordam.

https://www.afdb.org/sites/default/files/documents/publications/case_study_nickel_value_addition_indonesia.pdf

Abrir o documento (abre em outra aba) Usada em: Capítulo 9

USITC-NIQUEL

Fonte confirmada.

Briefing sobre a proibição de exportar minério de níquel da Indonésia — Comissão de Comércio Internacional dos EUA (USITC), 2021

A Indonésia reinstituiu em 1/1/2020 a proibição de exportar minério de níquel bruto.

Esse documento não tem link público.Usada em: Capítulo 9

LEI15506

Fonte confirmada.

Lei 15.506, de 16 de setembro de 2026 (minerais críticos e estratégicos) — Presidência da República, 2026-09-16

A lei cria o conselho dos minerais críticos, que homologa troca de controle, influência de estrangeiro e contratos internacionais de fornecimento; manda o regulamento tratar de compromissos de agregação de valor vinculados à exportação (art. 8º, I), sem prazo; cria fundo com até R$ 2 bilhões da União; não mexe na CFEM nem cria estatal.

estabelecimento de parâmetros, requisitos técnicos ou compromissos de agregação de valor vinculados à exportação

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/lei/L15506.htm

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CNN-CPAC

Fonte confirmada.

Flávio diz que Brasil é solução para EUA ter minerais de terras raras — CNN Brasil, 2026-03-30

Na CPAC, nos EUA, em 28/3/2026, Flávio Bolsonaro disse que o Brasil é a solução pros EUA quebrarem a dependência da China.

a solução para os Estados Unidos quebrar a dependência da China por minerais críticos, especialmente terras raras

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/flavio-diz-que-brasil-e-solucao-para-eua-ter-minerais-de-terras-raras/

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EM-FLAVIO

Fonte confirmada.

Flávio Bolsonaro defende uso de terras raras no Brasil por outros países — Estado de Minas, 2026-04

Em vídeo de abril de 2026, Flávio disse querer negociar com todos, inclusive EUA e China.

https://www.em.com.br/politica/2026/04/7406266-flavio-bolsonaro-defende-uso-de-terras-raras-no-brasil-por-outros-paises.html

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AGBR-MORAES

Fonte confirmada.

Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país — Agência Brasil, 2026-10

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, proibiu Flávio Bolsonaro de sair do país e mandou entregar os passaportes, a pedido da Polícia Federal.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/moraes-manda-flavio-entregar-passaporte-e-o-proibe-de-deixar-o-pais

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AGBR-MIAMI

Fonte confirmada.

Avião com Flávio Bolsonaro e família segue para Miami — Agência Brasil, 2026-10-28

Flávio entrou na Argentina em 27/10/2026 e seguiu de avião particular pros Estados Unidos, com desembarque perto de Miami em 28/10.

https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/aviao-com-flavio-bolsonaro-e-familia-segue-para-miami

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LIBERAL-BELEM

Fonte confirmada.

Em Belém, Lula diz: eu não quero guerra com os EUA, quero respeito — O Liberal, 2026-09-28

Em comício em Belém, em 28/9/2026, Lula disse que ninguém vai meter a mão nas terras raras do Brasil e que elas vão ser exploradas, desenvolvidas e industrializadas aqui.

Nós vamos explorar aqui, desenvolvê-los aqui, industrializá-los aqui.

https://www.oliberal.com/politica/em-belem-lula-diz-eu-nao-quero-guerra-com-os-eua-quero-respeito-1.1174461

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CNN-AGU

Fonte confirmada.

Governo descarta intervenção em venda da Serra Verde, de terras raras — CNN Brasil, 2026-08-27

Em junho de 2026, a AGU se manifestou contra ação no STF que buscava contestar a venda: mudanças de controle deveriam ser definidas pelo Executivo e pelo Congresso.

https://www.cnnbrasil.com.br/infra/governo-descarta-intervencao-em-venda-da-serra-verde-de-terras-raras/

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BRASILEMFOLHAS

Fonte confirmada.

Conselho de minerais críticos pode encerrar 2026 sem 1ª reunião — Brasil em Folhas, 2026-10-08

A ministra Miriam Belchior, da Casa Civil, que preside o conselho, disse em 17/9 que a primeira reunião poderia ocorrer em 10 dias; em 8/10 ainda não havia data, e o Planalto avaliava que não faria sentido começar no período eleitoral.

ainda não há data marcada

https://www.brasilemfolhas.com.br/2026/10/conselho-de-minerais-criticos-pode-encerrar-2026-sem-1-reuniao/

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BRASILMINERAL

Fonte confirmada.

Governo cria três subsecretarias para o CIMCE — Brasil Mineral, 2026-10-23

Decreto de 16/10/2026 criou três subsecretarias do conselho, com secretaria-executiva no MDIC, ainda sem data de reunião.

https://brasilmineral.com.br/noticias/governo-cria-tres-subsecretarias-para-o-cimce

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SBPMAT

Fonte confirmada.

Nota conjunta sobre terras raras — SBPMat e entidades científicas, 2025-12

O INCT Terras-Raras separou neodímio, praseodímio, disprósio e térbio em escala de laboratório e purificou óxidos acima de 99,9%.

https://www.sbpmat.org.br/site/wp-content/uploads/2025/12/Nota-conjunta-Terras-Raras-1.pdf

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OLHAR-LAGOASANTA

Fonte confirmada.

Terras raras: laboratório inicia testes com matéria-prima nacional — Olhar Digital, 2026-03-01

A fábrica-laboratório de ímãs de terra rara do Senai em Lagoa Santa (MG) recebeu 20 kg de carbonato nacional pra teste em 2026.

https://olhardigital.com.br/2026/03/01/ciencia-e-espaco/terras-raras-laboratorio-inicia-testes-com-materia-prima-nacional/

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INFRA-DECRETOS

Fonte confirmada.

Ala do governo quer regulamentar minerais críticos em 2026 apesar das eleições — Agência iNFRA, 2026-10-23

O governo quer publicar até 31/12/2026 quatro decretos (triagem de investimentos, fundo garantidor, parâmetros da lista de minerais, rede de pesquisa e formação); o incentivo à agregação de valor ficou pra 2027, e a regra de agregação de valor vinculada à exportação não aparece na lista. A reunião inaugural do conselho estava sem previsão.

https://agenciainfra.com/blog/ala-do-governo-quer-regulamentar-minerais-criticos-em-2026-apesar-das-eleicoes/

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CHEMENG-ACLARA

Fonte confirmada.

Aclara Resources unveils plans for first heavy rare earths separation plant in the U.S. — Chemical Engineering, 2025-10

A Aclara, listada em Toronto, dona do projeto Carina em Nova Roma (GO), anunciou usina de separação de terras raras pesadas na Louisiana, nos EUA, alimentada pelo projeto goiano.

https://www.chemengonline.com/aclara-resources-unveils-plans-for-first-heavy-rare-earths-separation-plant-in-the-u-s

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CAMARA-PL1754

Fonte confirmada.

PL 1754/2026: tramitação — Câmara dos Deputados, 2026-10-25

O PL 1754/2026 (Terrabras), apresentado em 10/4/2026 por Pedro Uczai e outros deputados do PT, não foi despachado a nenhuma comissão; o requerimento 2104/2026, de Marcel van Hattem (Novo-RS) e outros, pede a devolução ao autor por inconstitucionalidade.

Requer a devolução ao autor do Projeto de Lei nº 1754, de 2026, por conter matéria evidentemente inconstitucional

https://dadosabertos.camara.leg.br/api/v2/proposicoes/2615287/tramitacoes

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EIXOS-TERRABRAS

Fonte confirmada.

Bancada do PT propõe estatal e regime de partilha para terras raras brasileiras — eixos, 2026-04

A Terrabras proposta pelo PT usa regime de partilha, com a União ficando com 10% a 80% da produção.

https://eixos.com.br/politica/congresso/bancada-do-pt-propoe-estatal-e-regime-de-partilha-para-terras-raras-brasileiras/

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OHOJE-MOTTA

Fonte confirmada.

Hugo Motta na presidência da Câmara — O Hoje, 2026-10-14

Hugo Motta (Republicanos-PB) preside a Câmara dos Deputados desde 1/2/2025.

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MAYERBROWN

Fonte confirmada.

Lei 15.506/2026: política nacional de minerais críticos e estratégicos — Mayer Brown, 2026-09-28

O decreto 13.118/2026 regulamentou a estrutura do conselho dos minerais críticos, presidido pela Casa Civil.

https://www.mayerbrown.com/pt/insights/publications/2026/09/law-no-155062026-enacted-national-policy-on-critical-and-strategic-minerals

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Linha do tempo

  1. 1885

    Por volta deste ano, começa a exploração da areia com terra rara nas praias de Prado, no sul da Bahia.

  2. 1914

    O Brasil perde pra Índia o posto de maior fornecedor de terra rara do mundo.

  3. 1953-10-03

    Depois da campanha O petróleo é nosso, a Lei 2.004 cria a Petrobras com o monopólio do petróleo.

  4. 2002

    A produção estatal de terra rara no Brasil é praticamente desativada.

  5. 2025-04

    A China aperta o controle de exportação de terras raras.

  6. 2026-02

    A DFC, agência de crédito do governo americano, empresta US$ 565 milhões à Serra Verde, em Minaçu.

  7. 2026-03-18

    O então governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assina memorando com o governo dos EUA sobre minerais críticos.

  8. 2026-04-20

    A USA Rare Earth assina o acordo de compra da Serra Verde, de cerca de US$ 2,8 bilhões.

  9. 2026-08-24

    O Departamento da Guerra dos EUA se compromete com US$ 750 milhões pra comprar toda a produção atual da mina por 15 anos.

  10. 2026-09

    A compra da Serra Verde é concluída, dias depois de o Senado aprovar a lei dos minerais críticos.

  11. 2026-09-16

    Lula sanciona sem vetos a Lei 15.506, dos minerais críticos.

  12. 2026-09-28

    Em comício em Belém, Lula promete industrializar as terras raras no Brasil.

Créditos

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Vista aérea da estrada de terra vermelha e da área industrial da mineração Serra Verde, em Minaçu (GO), em obras (vídeo da CCB Construtora) — CCB Construtora · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Rua comercial de Minaçu (GO), com carros e motos passando (documentário da Rede Serra Azul) — Rede Serra Azul · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Moeda de 1 real brasileira, de 1998 — Almanaque Lusofonista · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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O presidente Lula em ato de campanha em Belém, em 28 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Tabela periódica dos elementos (versão simples) — László Németh · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Óxidos de terras raras em potes de vidro, em fotografia do Departamento de Agricultura dos EUA — Peggy Greb · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Aerogeradores de um parque eólico no Brasil (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lançamento de míssil Tomahawk a partir de um destróier da Marinha dos EUA (foto de arquivo) — DVIDS · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Terminal de contêineres do porto de águas profundas de Yangshan, em Xangai, China — Alex Needham · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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O Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, em Arlington (Virgínia) — DoD · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Instalação da placa 'Department of War' no Pentágono, em novembro de 2025 — Departamento da Guerra dos EUA · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Vista aérea do Pentágono, em Arlington (Virgínia), em maio de 2021 — Brittany A. Chase, sargento da Força Aérea dos EUA (Departamento de Defesa) · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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A presidente da USA Rare Earth, Barbara Humpton, em entrevista à Fox Business, sobre a Serra Verde — Fox Business · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Fachada da Bolsa de Nova York, em Wall Street — Carlos Delgado · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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O Capitólio dos Estados Unidos, sede do Congresso americano, em Washington — Noclip · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Edifício Herbert C. Hoover, sede do Departamento de Comércio dos EUA, em Washington — Tony Webster · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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O Pentágono visto de fora, em Arlington (Virgínia) — David B. Gleason · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Aviadores da Força Aérea dos EUA movimentam carga num avião C-17 (foto de arquivo, sem relação com Minaçu) — U.S. Air Force · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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O plenário do Senado Federal em sessão (foto Senado Federal; data da foto não é a da votação de 2/9/2026) — Senado Federal · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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O presidente Lula na cerimônia de sanção da Política Nacional de Minerais Críticos, em 16 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada oeste do Capitólio dos EUA, em Washington — Martin Falbisoner · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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A Grande Pirâmide de Gizé, no Egito — Wikimedia Commons · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vista do Porto de Santos (SP) — JorgeRioBRAZIL / Jorge Andrade · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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O Pentágono visto do ar — Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Porto de Santos (SP), com navios atracados — Claus Bunks · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Imagem de satélite de Xangai, China — Agência Espacial Europeia · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vila de Furnas, no município de Minaçu (GO) — PradoJuliano · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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A Esplanada dos Ministérios, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Exemplar do Diário Oficial da União (foto de Marcello Casal Jr./Agência Brasil) — Marcello Casal Jr./Agência Brasil · CC BY 3.0 BR ver origem (abre em outra aba)
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Praia do Farol, em Prado, no sul da Bahia — Marcio Filho / MTur Destinos · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Praia do Centro, em Prado, no sul da Bahia — Marcio Filho / MTur Destinos · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Porto de Santos em 1895, fotografia de Marc Ferrez (imagem de época do embarque marítimo, não é o de Prado) — Marc Ferrez · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Camisa incandescente de lampião, a 'camisinha' que acende no gás — Muziekliefhebber1983 · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Página do catálogo da Welsbach Gas Light Company sobre iluminação a gás incandescente — Welsbach Gas Light Company · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Cristal de monazita, mineral de terras raras — Jan Czeczotka · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Caixotes sendo carregados por uma calha num cais, em filme da National Geographic sobre o Brasil, 1948 — 'Brazil: South American Medley' · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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A Esplanada dos Ministérios, em Brasília (foto Agência Senado, 2018) — Edilson Rodrigues/Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Retrato do presidente Eurico Gaspar Dutra — Galahad1822 · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Getúlio Vargas discursa pelo rádio (foto do Correio da Manhã, Arquivo Nacional) — Correio da Manhã · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Getúlio Vargas, em foto de 1951 (Agência Nacional, Arquivo Nacional) — Agência Nacional · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Selo postal brasileiro de 1968 com uma refinaria da Petrobras — Correios do Brasil · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Plataforma de petróleo P-51, da Petrobras, no mar — Divulgação Petrobras / Agência Brasil · CC BY 3.0 BR ver origem (abre em outra aba)
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Plataforma de petróleo P-51, da Petrobras, vista de outro ângulo — Divulgação Petrobras / Agência Brasil · CC BY 3.0 BR ver origem (abre em outra aba)
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Vista aérea, em animação de imagens reais, das piscinas de evaporação de lítio do Salar de Atacama, no Chile — NASA Scientific Visualization Studio · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Palácio de La Moneda, sede do governo do Chile, em Santiago — Rjcastillo · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vila de Furnas, no município de Minaçu (GO) — PradoJuliano · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Imagem de satélite da ilha de Sulawesi, na Indonésia, região do níquel — NASA/JPL · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Caminhão fora-de-estrada amarelo numa mina — Kolong · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Congresso Nacional, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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O presidente Lula na sanção da lei dos minerais críticos, em 16 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Cerimônia de sanção da Política Nacional de Minerais Críticos, Estratégicos e Terras Raras, no Palácio do Planalto (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Ministros e autoridades na cerimônia de sanção, em 16 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Autoridades reunidas na cerimônia de sanção da lei dos minerais críticos (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lula assina a lei dos minerais críticos, em 16 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Placa do Departamento da Guerra dos EUA instalada no Pentágono — Departamento da Guerra dos EUA · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Plenário do Senado Federal em sessão (foto Senado Federal; data não verificada) — Senado Federal · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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A Esplanada dos Ministérios, em Brasília (foto Senado Federal) — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Esplanada dos Ministérios, onde fica o Ministério da Indústria, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Palco da CPAC, conferência conservadora americana, em edição anterior (foto de arquivo, não é a de março de 2026) — Gage Skidmore · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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O senador Flávio Bolsonaro em entrevista no Senado (foto Senado Federal; data não verificada) — Senado Federal · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Supremo Tribunal Federal, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lula discursa em Belém, em 28 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lula com o braço erguido durante comício em Belém, em 28 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Supremo Tribunal Federal, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Ministros do Supremo Tribunal Federal em sessão plenária, em 12 de fevereiro de 2026 (foto Victor Piemonte/STF) — Victor Piemonte/STF · CC BY ver origem (abre em outra aba)
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Fachada leste do Capitólio dos EUA, em Washington — Martin Falbisoner · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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O Capitólio dos EUA ao entardecer — Martin Falbisoner · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Wall Street e a Bolsa de Nova York — Ken Lund · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Esplanada dos Ministérios, em Brasília, à noite — Dasfour2022 · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Sede do BNDES, no centro do Rio de Janeiro — Wikimedia Commons · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vista de Poços de Caldas (MG) — Sturm · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Cédula de 100 reais, anverso — Rawlan1998 · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Planalto, em Brasília — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Bandeira do Brasil pendurada na fachada do Palácio do Planalto — Juliana Werneck · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Autoridades na cerimônia de sanção da lei dos minerais críticos, em 16 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Complexo industrial químico às margens do rio Mississippi, na Louisiana (foto de arquivo, não é a usina da Aclara) — Roy Luck · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Davi Alcolumbre e Hugo Motta, presidentes do Senado e da Câmara, em 26 de outubro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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O deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS) (foto Pablo Valadares/Câmara dos Deputados) — Pablo Valadares/Câmara dos Deputados · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Hugo Motta, presidente da Câmara, na abertura da sessão de 6 de agosto de 2025 (foto Marina Ramos/Câmara dos Deputados) — Marina Ramos/Câmara dos Deputados · CC BY 1.0 ver origem (abre em outra aba)
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O Congresso Nacional, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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O Congresso Nacional, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Planalto, em Brasília — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lula na cerimônia de sanção da lei dos minerais críticos (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Planalto, em Brasília — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Miriam Belchior, hoje ministra da Casa Civil (foto de 2010, Agência Brasil) — Agência Brasil · CC BY 3.0 BR ver origem (abre em outra aba)
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Lula em Belém, em 28 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Multidão e bandeiras no comício de Lula em Belém, em 28 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Moeda comemorativa de 1 real — Wichita1984 · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Bandeira do município de Minaçu (GO) — Magnus Manrik · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Planalto, em Brasília — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vista aérea do edifício do Departamento de Comércio dos EUA, em Washington — Wikimedia Commons · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Cédula de 2 reais, anverso — Rawlan1998 · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Congresso Nacional, em Brasília (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Ronaldo Caiado em seu gabinete de governador de Goiás — Record TV Goiás · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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O senador Flávio Bolsonaro em entrevista no Senado (foto Senado Federal; data não verificada) — Senado Federal · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga Foz do Iguaçu (Brasil) a Puerto Iguazú (Argentina) — Albasmalko · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lula e apoiadores no comício em Belém, em 28 de setembro de 2026 (foto Lula Oficial) — Lula Oficial · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Planalto, em Brasília — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Planalto, em Brasília — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Sessão solene no Congresso Nacional, em 2026 (foto Agência Senado) — Agência Senado · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Urna eletrônica brasileira (modelo UE2020) — TSE - Tribunal Superior Eleitoral · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Lei 15.506/2026 no site do Planalto: instrumentos de 'compromissos de agregação de valor vinculados à exportação' (art. 8º) — Presidência da República (Planalto) · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Agência Senado, 2/9/2026: 'Senado aprova política nacional para minerais críticos e estratégicos' — Agência Senado · reprodução com crédito ver origem (abre em outra aba)
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Anexo da Lei 13.540/2017 (CFEM): 'Diamante e demais substâncias minerais: 2% (dois por cento)' — Presidência da República (Planalto) · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Constituição Federal, art. 20, IX: 'São bens da União: os recursos minerais, inclusive os do subsolo' — Presidência da República (Planalto) · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Ficha de tramitação do PL 1754/2026 na Câmara dos Deputados: 'Institui a TerraBras, empresa pública' — Câmara dos Deputados · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Tension — 1000 Handz · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Beethoven, Abertura Coriolano, Op. 62 — Czech National Symphony Orchestra · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Drums of Madness — DesiFreeMusic · Licença Pixabay ver origem (abre em outra aba)
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Beethoven, Abertura Egmont, Op. 84 — Czech National Symphony Orchestra · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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L'internationale (backing track) — Salakapakka Sound System · CC BY 1.0 ver origem (abre em outra aba)
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Crusade - Heavy Industry — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Enter the Maze — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Lagoa v2 — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Reign — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Betrayal — Lee Rosevere · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Southside — Lee Rosevere · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vltava (Má Vlast) — Smetana · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Retrato oficial de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, em 2023 — Bianca Kida · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Plenário do Senado Federal em sessão (foto Senado Federal; data não verificada) — Senado Federal · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)

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