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Fio Vermelho
Colagem em preto e vermelho: operário de capacete e uma mulher de lenço, de punho erguido, diante de uma bandeira vermelha. Arte do Fio Vermelho.

Série

Brasil de baixo pra cima · governo Bolsonaro · anos 2010 · anos 2020

Quem lucrou com JairBolsonaro, e quemficou com a conta

A maior fábrica de armas do país escreveu no relatório que a nova lei trouxe mais rentabilidade. No mesmo governo, o trabalhador passou a precisar de 40 anos de INSS pra levar a média cheia.

Thumbnail do vídeo: Jair Bolsonaro de cara fechada e "Assinou, Taurus lucrou" em letras grandes

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Leitura · 15 min

O recibo

A maior fábrica de armas do Brasil escreveu, no relatório de resultados de 2020 para os sócios, o que uma lei fez pelas vendas dela. A Taurus, que se apresenta como líder absoluta no mercado nacional, foi direta.

Taurus Armas S.A.2020 · Release de resultados 4T20/2020

A mudança da legislação nacional com relação à posse de armas levou à mudança no perfil de consumo de armas no Brasil, com aumento da procura por armas de calibres anteriormente restritos, como 9mm e fuzis, modelos que incorporam maior valor agregado e, portanto, maior rentabilidade para a Companhia.

Documento da fonte TAURUS20

Está lá, com todas as letras: a mudança da lei das armas, no governo de Jair Bolsonaro, mudou o que o brasileiro compra. Mais pistola 9 mm, mais fuzil. E a frase termina assim: maior rentabilidade para a Companhia. Traduzindo: mais lucro.

O lucro da Taurus em 2020 foi de R$ 263,6 milhões, seis vezes o do ano anterior. A maior parte das vendas foi pros Estados Unidos, mas a frase sobre a lei é sobre o Brasil.

Isso é um recibo. E um recibo tem sempre duas pontas: quem recebeu e quem pagou. Porque o mesmo governo que mudou a lei das armas mudou outra lei, e essa o trabalhador sente no dia de se aposentar. Hoje, pra levar a média inteira do que contribuiu, um homem precisa de 40 anos pagando o INSS. E no mesmo ano, na reforma dos militares, o general passou a ter um adicional de 73% em cima do salário-base. O soldado, de 12%.

O mito, como os apoiadores chamavam Bolsonaro, chegou falando de Deus e de família. Aqui a gente segue outra coisa: o dinheiro. Quem pôs dinheiro nele, quem lucrou com ele e pra quem mandaram a fatura. E por que, quando o golpe deu errado, a condenação pegou um homem que tinha mandado um Pix de R$ 500.

Fontes deste capítulo:TAURUS20TAURUS21EC103-26MIL-REFMIL-73PIX500, 6 fontes
TAURUS20Fonte confirmada.

Release de resultados 4T20/2020

A mudança da legislação nacional com relação à posse de armas levou à mudança no perfil de consumo de armas no Brasil, com aumento da procura por armas de calibres anteriormente restritos, como 9mm e fuzis, modelos que incorporam maior valor agregado e, portanto, maior rentabilidade para a Companhia.

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TAURUS21Fonte confirmada.

Resultado da Taurus em 2021

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EC103-26Fonte confirmada.

Emenda Constitucional 103/2019, art. 26

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MIL-REFFonte confirmada.

Segundo governo, reestruturar carreira e Previdência dos militares trará superávit

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MIL-73Fonte confirmada.

Previdência: oficiais terão aumento de até 73%; soldados, de 12%

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PIX500Fonte confirmada.

STF condena a 14 anos de prisão empresário que doou R$ 500 para ônibus

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O capitão do salário

A história começa com um homem reclamando do próprio salário. Em setembro de 1986, um capitão do Exército publicou na revista Veja, na seção Ponto de Vista, um artigo chamado O salário está baixo. O capitão era Jair Bolsonaro, 31 anos. Ele dizia que os cadetes estavam largando a farda por causa do dinheiro.

O Exército puniu: 15 dias de prisão disciplinar, por criar, segundo a punição, um clima de inquietação.

No ano seguinte, a mesma revista publicou que ele e outro oficial planejavam explodir bombas em quartéis, pra pressionar por salário. Ele negou. Um conselho de oficiais do Exército, por unanimidade, decidiu contra ele. Em junho de 1988, o Superior Tribunal Militar, o tribunal dos militares, absolveu ele, por maioria. Cinco meses depois, ele foi eleito vereador no Rio de Janeiro.

Olha de onde ele veio. A primeira bandeira dele foi salário. Só que o de uma categoria só: a dele. É um sindicalista de farda. E é por isso que o resto da carreira dele entrega tanto: quando o assunto era o salário de quem não usa farda, o lado dele era outro.

Fontes deste capítulo:WIKI-SALISTOE-JULGSTM-PLACARdisputada, 3 fontes, 1 disputada
WIKI-SALFonte confirmada.

O salário está baixo

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ISTOE-JULGFonte confirmada.

O julgamento que tirou Bolsonaro do anonimato

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STM-PLACARFonte disputada: os historiadores discordam.

Placar da absolvição no Superior Tribunal Militar (1988)

Aqui os historiadores discordam.

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De que lado votava

Foram sete mandatos de deputado federal, de 1991 a 2018, quase três décadas no fundo do plenário.

Em 2012, os deputados votaram a PEC das Domésticas, a mudança na Constituição que deu às empregadas domésticas o que todo trabalhador de carteira já tinha: hora extra, jornada limitada, fundo de garantia. No primeiro turno na Câmara, em 21 de novembro de 2012, foram 359 votos a favor e 2 contra.

Bolsonaro foi contra, e disse na TV Câmara, em 2013, que a lei ia criar um exército de gente na informalidade ou no Bolsa Família.

É um exército de pessoas que vão para a informalidade ou vão para o Bolsa Família

— Jair Bolsonaro, deputado federal, TV Câmara, contra a PEC das Domésticas (2013) · ver fonte CB-DOM

O capitão que foi preso reclamando de salário, quando o direito era da empregada doméstica, falou em informalidade.

Três anos depois, quem foi pra rua foi o patrão. Em setembro de 2015, os donos de fábrica de São Paulo, pela Fiesp, inflaram um pato amarelo de 12 metros na Avenida Paulista, da altura de um prédio de quatro andares. A campanha se chamava Não vou pagar o pato. Era contra a volta da CPMF, o imposto que mordia um pedaço de todo dinheiro que saía da conta. O pato virou símbolo dos protestos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016.

Em 26 de abril de 2017, a Câmara votou a reforma trabalhista. O deputado Jair Bolsonaro votou sim. Foi a reforma que criou o trabalho intermitente, em que você só recebe pelas horas em que te chamam, e que fez o acordo com o patrão valer mais que a lei em vários pontos. Na prática, é o bico com carteira assinada.

Antes de o dinheiro grande achar o mito, o voto dele já tinha lado. O que faltava era o patrão perceber. E em 2018 ele percebeu, no dia em que uma ação subiu quase 28%.

Fontes deste capítulo:TRT12-PECCB-DOMPEC-VOTOdisputadaPATOJB-REFTRABMT-0210, 6 fontes, 1 disputada
TRT12-PECFonte confirmada.

Câmara aprova mais direitos aos domésticos

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CB-DOMFonte confirmada.

Reportagem sobre a PEC das Domésticas no Dia da Trabalhadora Doméstica

É um exército de pessoas que vão para a informalidade ou vão para o Bolsa Família

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PEC-VOTOFonte disputada: os historiadores discordam.

Câmara aprova segundo turno da PEC das Domésticas

Aqui os historiadores discordam.

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PATOFonte confirmada.

Campanha contra aumento de impostos leva pato gigante a Brasília

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JB-REFTRABFonte confirmada.

Confira o voto de cada deputado no texto-base da reforma trabalhista

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MT-0210Fonte confirmada.

Kit Bolsonaro dispara com reta final das eleições e Ibovespa salta 3,8%

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O Posto Ipiranga

Em 2018, o deputado do fundo do plenário virou candidato a presidente. E tinha um problema: o tal mercado, os bancos e a bolsa, desconfiava dele. A solução tinha nome: Paulo Guedes, economista, um dos fundadores do banco Pactual. O candidato chamava ele de Posto Ipiranga: qualquer pergunta de economia, a resposta era pergunta pro Posto Ipiranga.

E o Posto Ipiranga tinha uma escola. Doutorado em Chicago e, no começo dos anos 1980, professor na Universidade do Chile, na ditadura de Augusto Pinochet.

Agora, o dia da ação. Em 2 de outubro de 2018, reta final do primeiro turno, os sites de economia chamaram de kit Bolsonaro as ações que subiam junto com ele: estatais e bancos. Naquele dia, a ação da Taurus, a da fábrica de armas, subiu 27,91%. Seis dias depois, passado o primeiro turno, a bolsa inteira subiu 4,6% num dia só. A manchete do site Money Times foi que o mercado vence no primeiro turno.

O mercado parece começar a pôr na conta a vitória de Jair Bolsonaro

— Money Times, Mercado "vence no 1º turno" e dispara (2018) · ver fonte MT-0810

Dez dias depois, em 18 de outubro, a Folha de S.Paulo revelou outra frente: empresas comprando disparo em massa de mensagens contra o adversário, no WhatsApp, com contratos de até R$ 12 milhões cada, segundo a reportagem. Empresa pagando propaganda de candidato é doação não declarada, e a lei proíbe. A empresa citada pela reportagem negou.

Três anos depois, em outubro de 2021, a Justiça Eleitoral julgou o caso e não cassou a chapa, por 7 votos a 0. O relator, ministro Luis Felipe Salomão, disse que ficou explícito o disparo de mensagens com o objetivo de minar candidaturas adversárias. O que faltou, segundo ele, foi prova da gravidade.

Não há elementos que permitam afirmar, com segurança, a gravidade dos fatos

— Luis Felipe Salomão, ministro relator no Tribunal Superior Eleitoral, Julgamento da chapa presidencial de 2018 (2021) · ver fonte AB-TSE

E a campanha declarou ter gastado R$ 2,46 milhões, menos de dois milhões e meio. Pra quem ganhou a presidência, é quase nada. A Justiça Eleitoral aprovou essas contas, com ressalvas.

Fontes deste capítulo:POSTOGUEDES-CHILEMT-0210MT-0810FOLHA-WPPdisputadaAB-TSECONTAS18, 7 fontes, 1 disputada
POSTOFonte confirmada.

De Posto Ipiranga a troféu na Esplanada

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GUEDES-CHILEFonte confirmada.

Brasil, novo laboratório da extrema direita

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MT-0210Fonte confirmada.

Kit Bolsonaro dispara com reta final das eleições e Ibovespa salta 3,8%

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MT-0810Fonte confirmada.

Mercado "vence no 1º turno" e dispara; dólar vai a R$ 3,76

O mercado parece começar a pôr na conta a vitória de Jair Bolsonaro

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FOLHA-WPPFonte disputada: os historiadores discordam.

Reportagem sobre empresas que compraram disparos em massa no WhatsApp

prática viola a lei por ser doação não declarada

Aqui os historiadores discordam.

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AB-TSEFonte confirmada.

TSE forma maioria contra cassação da chapa presidencial

Não há elementos que permitam afirmar, com segurança, a gravidade dos fatos

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CONTAS18Fonte confirmada.

Campanha de Bolsonaro não declarou à Justiça gastos com santinhos

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A fatura

No primeiro dia de governo, 1º de janeiro de 2019, a primeira canetada do presidente, a Medida Provisória 870, acabou com o Ministério do Trabalho. O fiscal que confere o teu ponto, quem cuida do teu fundo de garantia e do seguro-desemprego: quase tudo foi parar dentro do Ministério da Economia, o do Posto Ipiranga. O Ministério do Trabalho só foi recriado em julho de 2021.

E no fim do primeiro ano, em 12 de novembro de 2019, a reforma da Previdência entrou na Constituição. A conta oficial: R$ 800 bilhões de economia em 10 anos. E economia, aqui, quer dizer dinheiro que deixa de ir pra quem se aposenta. Esse dinheiro pagaria um salário mínimo por mês, durante 10 anos, a mais de 6 milhões de pessoas.

A regra nova: com 20 anos pagando, o homem leva 60% da média. Pra levar ela inteira, 40 anos. Quem começou aos 25 só fecha a conta aos 65, sem um mês de desemprego no meio, sem bico por fora.

E podia ter sido pior. A proposta original do governo, a PEC 6/2019, abria a porta pra capitalização: cada um juntando a própria aposentadoria numa conta individual. A Câmara tirou isso do texto. O resto passou.

Agora, o outro lado. No mesmo ano, os militares ganharam uma reforma separada, a Lei 13.954, de dezembro de 2019. Só que ela vinha junto com um pacote de vantagens na carreira: a economia seria de R$ 97,3 bilhões em 10 anos, e a reestruturação da carreira custaria R$ 86,85 bilhões. De cada 10 reais economizados, quase 9 voltavam pra farda. Sobraram R$ 10,45 bilhões, diz o próprio Ministério da Defesa. Do resto do país, a reforma economizou 800.

E dentro da farda, de novo, a escada: em cima de cada 100 reais de salário-base, o general leva mais 73. O soldado, mais 12. O capitão de 1986, que foi preso reclamando do salário, chegou à presidência. E o salário da farda foi resolvido, principalmente lá em cima. Pro resto, a regra dos 40 anos.

Fontes deste capítulo:MP870MP870-SENADOSEN-PREVEC103-26MIN19CAM-PEC6MIL-REFMIL-73, 8 fontes
MP870Fonte confirmada.

MP que extingue Ministério do Trabalho é questionada no STF

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MP870-SENADOFonte confirmada.

Senado confirma medida que recriou o Ministério do Trabalho e Previdência

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SEN-PREVFonte confirmada.

Promulgada Emenda Constitucional da reforma da Previdência

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EC103-26Fonte confirmada.

Emenda Constitucional 103/2019, art. 26

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MIN19Fonte confirmada.

Decreto 9.661, de 1º/1/2019 (salário mínimo de R$ 998)

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CAM-PEC6Fonte confirmada.

Quadro comparativo da PEC 6/2019: redação original e aprovada na Câmara

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MIL-REFFonte confirmada.

Segundo governo, reestruturar carreira e Previdência dos militares trará superávit

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MIL-73Fonte confirmada.

Previdência: oficiais terão aumento de até 73%; soldados, de 12%

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A Disney e as Ilhas

Em 12 de fevereiro de 2020, o dólar bateu R$ 4,35, recorde. O ministro da Economia, o Posto Ipiranga, foi perguntado sobre isso e disse que um dólar um pouco mais alto é bom pra todo mundo. E lembrou o tempo do dólar barato com uma frase.

Empregada doméstica indo pra Disneylândia, uma festa danada

— Paulo Guedes, ministro da Economia, Sobre o dólar barato (2020) · ver fonte DISNEY

A empregada doméstica de novo. Oito dias depois, ele pediu desculpas. Mas a frase já tinha dito pra quem o dólar barato era festa demais.

Em outubro de 2021, jornalistas do mundo inteiro abriram quase 12 milhões de documentos de paraísos fiscais, onde rico guarda dinheiro pagando pouco imposto: o Pandora Papers. Estava lá uma empresa do ministro, a Dreadnoughts International, nas Ilhas Virgens Britânicas, com US$ 9,55 milhões depositados. Aberta em 2014, e mantida enquanto ele era ministro.

A defesa diz que é legal e declarada, e que ele tinha se afastado da gestão em dezembro de 2018. A Comissão de Ética Pública, a comissão de ética do governo, não viu irregularidade. A gente não está dizendo que ele defendeu o dólar alto por causa da conta no Caribe: nenhum documento que a gente leu mostra isso.

Mas a conta do dólar não depende de intenção. É que nem ter a despensa cheia quando o arroz sobe. Quando o dólar sobe, quem guarda dinheiro em dólar fica mais rico em real. E quem recebe em real compra menos.

Fontes deste capítulo:DISNEYPANDORAPANDORA-VALORdisputada, 3 fontes, 1 disputada
DISNEYFonte confirmada.

Guedes pede desculpas às empregadas por fala sobre Disney

empregada doméstica indo pra Disneylândia, uma festa danada

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PANDORAFonte confirmada.

Guedes tem offshore milionária em paraíso fiscal

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PANDORA-VALORFonte disputada: os historiadores discordam.

Guedes diz à PGR que se afastou da administração de offshore em 2018

Aqui os historiadores discordam.

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Quem faturou

De volta ao recibo do começo. A partir de 2019, uma série de decretos abriu a porta pras armas. Os registros de caçador, atirador e colecionador, os tais CACs, quase multiplicaram por sete em quatro anos: de 117.467 em 2018 pra 783.385 em 2022. E um atirador sozinho podia comprar 60 armas, 30 delas de calibre restrito, o que o cidadão comum não podia ter.

As vendas da Taurus no Brasil dobraram de um ano pro outro: de R$ 187,4 milhões em 2019 pra R$ 381,2 milhões em 2020. A empresa vendeu 279,9 mil armas no Brasil naquele ano. Mais de 700 por dia, todo dia do ano.

Uma coisa que não encaixa, e é justo dizer: a maior parte do faturamento da Taurus veio da venda pros Estados Unidos, R$ 1.392 milhões de uma receita de R$ 1.773,2 milhões. O lucro não nasceu todo aqui. Mas aqui dentro, o próprio relatório liga a venda à lei, e explica qual arma dava mais lucro: justamente a de calibre que antes era restrito, como a pistola 9 mm e o fuzil.

O cidadão de bem pagou a arma. O dono da ação ficou com o lucro.

A outra porta foi a da terra. Em 22 de abril de 2020, numa reunião de ministros que o Supremo depois tornou pública, o ministro do Meio Ambiente propôs aproveitar que a imprensa só falava de covid pra ir passando a boiada, mudando as regras.

porque só fala de covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas

— O ministro do Meio Ambiente, Reunião ministerial de 22 de abril de 2020 (2020) · ver fonte SALLES

Em quatro anos, de 2019 a 2022, a Amazônia perdeu 45.586 quilômetros quadrados, segundo o Inpe. Mais que dois Sergipes.

E em 2022, quando ele tentou a reeleição, os dados da Justiça Eleitoral mostram quem pôs a mão no bolso. De cada três grandes doadores da campanha, dois eram ligados ao agronegócio: 33 dos 50 maiores, segundo a agência Reuters. Quase 8 de cada 10 reais da campanha vieram de pessoa física, e cada um desses 33 deu pelo menos R$ 200 mil. Mais de 12 anos de salário mínimo.

Doação legal, declarada. A gente não está dizendo que quem doou desmatou. É uma leitura, e a gente diz que é leitura: ninguém financia duas vezes um governo que não entregou na primeira. O recibo do agro não tem relatório como o da Taurus.

Fontes deste capítulo:TAURUS20FBSP23SALLESPRODESREUTERS22, 5 fontes
TAURUS20Fonte confirmada.

Release de resultados 4T20/2020

A mudança da legislação nacional com relação à posse de armas levou à mudança no perfil de consumo de armas no Brasil, com aumento da procura por armas de calibres anteriormente restritos, como 9mm e fuzis, modelos que incorporam maior valor agregado e, portanto, maior rentabilidade para a Companhia.

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FBSP23Fonte confirmada.

A herança de meia década de descontrole sobre as armas de fogo no Brasil

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SALLESFonte confirmada.

Salles sugere "ir passando a boiada" para mudar regras durante pandemia

porque só fala de covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas

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PRODESFonte confirmada.

Legado de destruição: Amazônia perde 45.586 km² somente no governo de Jair Bolsonaro

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REUTERS22Fonte confirmada.

Agro responde por 33 dos 50 maiores doadores de Bolsonaro

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A mesa de 2021

Aí veio a pandemia. E ela é o melhor teste pra essa pergunta, porque crise mostra quem paga.

Em 2020, o governo propôs um auxílio emergencial de R$ 200 por mês. Não pagava nem meia cesta básica em São Paulo, que custava R$ 556,25 em abril daquele ano, segundo o Dieese. A Câmara empurrou, e o acordo com o governo fechou em R$ 600. Em 2021, o auxílio voltou encolhido: de R$ 150 a R$ 375 por mês. A parcela mais baixa era um quarto do que tinha sido.

E o salário mínimo de 2021 subiu menos que os preços: foi de R$ 1.045 pra R$ 1.100, alta de 5,26%, contra uma inflação de 5,45% pelo INPC de 2020. Quem ganhava o mínimo passou a comprar menos com ele.

Entre novembro de 2021 e abril de 2022, a Rede PENSSAN, uma rede de pesquisadores, foi a 12.745 casas, em todos os estados. E contou 33,1 milhões de pessoas passando fome. Quase três cidades de São Paulo inteiras.

Em 2021, os quatro maiores bancos do país com ação na bolsa lucraram R$ 81,6 bilhões. Mais de R$ 200 milhões por dia, domingo e feriado incluídos. Recorde sem descontar a inflação, segundo a consultoria Economatica. Os juros tinham voltado a subir. E juro alto no teu cartão é lucro no balanço do banco.

E a fábrica de armas? A Taurus lucrou R$ 635,1 milhões em 2021, mais que o dobro do recibo do começo.

A pandemia não escolheu quem ia ficar doente. Mas alguém escolheu quem ia pagar a crise. A crise foi a mesma pra todo mundo. A conta, não.

Fontes deste capítulo:TAURUS21AUXILIODIEESE-CESTA20MINIMO21PENSSANCENSO-SPBANCOS21, 7 fontes
TAURUS21Fonte confirmada.

Resultado da Taurus em 2021

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AUXILIOFonte confirmada.

Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais

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DIEESE-CESTA20Fonte confirmada.

Pesquisa Nacional da Cesta Básica, abril de 2020

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MINIMO21Fonte confirmada.

Sem aumento real, salário mínimo vai a R$ 1.100 em 2021

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PENSSANFonte confirmada.

Pesquisa revela que a fome avança no Brasil e atinge 33,1 milhões de pessoas

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CENSO-SPFonte confirmada.

Censo 2022: as dez cidades mais populosas do Brasil

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BANCOS21Fonte confirmada.

Lucro líquido dos 4 maiores bancos bate recorde em 2021: R$ 81,6 bilhões

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"Mas o empresário assinou a carta"

Agora, a objeção mais forte contra tudo isso. Em agosto de 2022, a mesma Fiesp do pato organizou o manifesto Em Defesa da Democracia e da Justiça, publicado em 5 de agosto com 107 entidades. A associação dos banqueiros, a Febraban, assinou. A Caixa e o Banco do Brasil, que o governo controlava, ficaram de fora.

E aí vem a pergunta honesta: se o dinheiro grande era dele, por que os bancos e a indústria assinaram contra?

A nossa leitura: o dinheiro grande não é fiel a homem nenhum. É fiel ao que o homem entrega. Em 2018, ele era o caminho pra reforma. Em 2022, a reforma já estava na Constituição, e a Eletrobras, uma das estatais do kit Bolsonaro, já tinha sido vendida na bolsa, em junho. E ele, na nossa leitura, tinha virado risco. Que nem empreiteiro com a obra pronta: ninguém quer ele morando na casa.

Ninguém da Fiesp ou da Febraban disse isso com essas palavras. Mas pra quem já tinha recebido em lei, a democracia era o lugar mais seguro pra guardar o que ganhou.

E a objeção esconde uma coisa. Não foi o capital inteiro que ganhou com o mito. Foi uma parte dele: arma, uma fatia do agro, uma fatia do mercado. O homem passa. A lei que passou no governo dele fica.

Fontes deste capítulo:MT-0210FIESP22ELETRO, 3 fontes
MT-0210Fonte confirmada.

Kit Bolsonaro dispara com reta final das eleições e Ibovespa salta 3,8%

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FIESP22Fonte confirmada.

Federação de bancos decide assinar manifesto pela democracia

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ELETROFonte confirmada.

Eletrobras dá início à privatização com oferta de ações

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O Pix de quinhentos reais

E quando deu errado, quem pagou?

Em 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou Jair Bolsonaro, por 4 votos a 1, por cinco crimes, golpe de Estado entre eles: 27 anos e 3 meses de prisão. A condenação ficou definitiva em 25 de novembro de 2025, e ele começou a cumprir a pena. Junto com ele, o tribunal condenou a cúpula da trama: generais, um almirante, ex-ministros.

Mas o 8 de janeiro de 2023 também teve quem pagasse a viagem. A Abin, a agência de inteligência do governo, mandou à comissão do Congresso que investigou o 8 de janeiro um levantamento: 103 ônibus fretados, pagos por 83 pessoas e 13 empresas. A própria Abin falou em grande pulverização dos contratantes: muita gente, cada uma pagando um pedaço.

Um desses ônibus saiu de Blumenau, em Santa Catarina, em 5 de janeiro de 2023, com 41 pessoas. Um dos homens condenados por pagar esse ônibus tinha mandado um Pix de R$ 500. Pegou 14 anos de prisão, na Primeira Turma do Supremo, em 2 de março de 2026. A defesa diz que o dinheiro era empréstimo a um conhecido, e recorreu.

Ninguém aqui está dizendo que é inocente. Quem pagou ônibus pra derrubar o resultado de uma eleição responde pelo que fez.

Mas olha as duas listas lado a lado. Numa, os três condenados pelo ônibus de Blumenau, com Pix de R$ 500, de R$ 1.000, de mais de R$ 10 mil. Respondem por isso. Na outra, quem lucrou com a lei das armas, com a venda no Brasil que dobrou, com a reforma. Só a venda da Taurus aqui dentro, num ano, dá 760 mil Pix desses. Não precisou de ônibus.

O dinheiro grande não precisou do golpe. Já tinha recebido, em lei, no primeiro ano.

Fontes deste capítulo:TAURUS20STF-GOLPEABIN-ONIBUSPIX500PIX500-RECURSO, 5 fontes
TAURUS20Fonte confirmada.

Release de resultados 4T20/2020

A mudança da legislação nacional com relação à posse de armas levou à mudança no perfil de consumo de armas no Brasil, com aumento da procura por armas de calibres anteriormente restritos, como 9mm e fuzis, modelos que incorporam maior valor agregado e, portanto, maior rentabilidade para a Companhia.

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STF-GOLPEFonte confirmada.

STF conclui processo e Bolsonaro já pode começar a cumprir pena

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ABIN-ONIBUSFonte confirmada.

Abin identificou financiadores de 103 ônibus para atos golpistas do 8 de janeiro

a grande pulverização dos contratantes de fretados

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PIX500Fonte confirmada.

STF condena a 14 anos de prisão empresário que doou R$ 500 para ônibus

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PIX500-RECURSOFonte confirmada.

STF não marca data para julgar recurso de empresário condenado a 14 anos por Pix no 8/1

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Fecho: o pato

A fábrica de armas escreveu no relatório quem ganhou. O balanço de quem perdeu não tem relatório pros sócios. Ele está na carteira de trabalho: nos 40 anos de contribuição pra levar a média inteira, na aposentadoria que encolheu pra sobrar R$ 800 bilhões.

Lembra do pato? Em 2015, a Fiesp inflou quatro andares de pato na Paulista pra avisar o país: não vou pagar o pato. O pato era contra um imposto, mas a frase serviu pra década inteira. Quem lucrou com o mito recebeu em lei. A fatura veio pra gente: pra empregada doméstica, pro pedreiro, pra quem vai contribuir 40 anos.

Então, da próxima vez que aparecer um salvador falando de Deus e de família, venha de onde vier, faz a pergunta que atravessa esta história: quem está pagando a campanha dele, e o que vai levar de volta.

E guarda a lição que eles deram de graça. Patrão nenhum ganhou isso por conta própria: teve federação, pato, campanha, manifesto. O pato era deles. A frase é boa demais pra ficar com eles.

O relatório da Taurus de 2020 (abre em outra aba) ainda está publicado, pra quem quiser ler. O pato, quem paga somos nós. Até a gente parar de pagar.

Fontes deste capítulo:TAURUS20PATOSEN-PREVEC103-26, 4 fontes
TAURUS20Fonte confirmada.

Release de resultados 4T20/2020

A mudança da legislação nacional com relação à posse de armas levou à mudança no perfil de consumo de armas no Brasil, com aumento da procura por armas de calibres anteriormente restritos, como 9mm e fuzis, modelos que incorporam maior valor agregado e, portanto, maior rentabilidade para a Companhia.

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PATOFonte confirmada.

Campanha contra aumento de impostos leva pato gigante a Brasília

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SEN-PREVFonte confirmada.

Promulgada Emenda Constitucional da reforma da Previdência

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EC103-26Fonte confirmada.

Emenda Constitucional 103/2019, art. 26

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Fontes

Tudo que a gente conta no episódio tem a fonte aqui embaixo.

44 fontes · 40 confirmadas · 4 disputadas

TAURUS20

Fonte confirmada.

Release de resultados 4T20/2020 — Taurus Armas S.A., 2020

Lucro de R$ 263,6 milhões em 2020; vendas no Brasil de R$ 187,4 milhões (2019) para R$ 381,2 milhões (2020); 279,9 mil armas vendidas no Brasil; mercado externo de R$ 1.392,0 milhões numa receita de R$ 1.773,2 milhões; a empresa se diz líder absoluta no mercado nacional.

A mudança da legislação nacional com relação à posse de armas levou à mudança no perfil de consumo de armas no Brasil, com aumento da procura por armas de calibres anteriormente restritos, como 9mm e fuzis, modelos que incorporam maior valor agregado e, portanto, maior rentabilidade para a Companhia.

https://static.poder360.com.br/2021/04/taurus-2020-release.pdf

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TAURUS21

Fonte confirmada.

Resultado da Taurus em 2021 — Suno e InfoMoney, 2022

Lucro de 2020 de R$ 263 milhões (alta de 507%) e lucro de 2021 de R$ 635,1 milhões.

https://www.suno.com.br/noticias/?p=133101

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WIKI-SAL

Fonte confirmada.

O salário está baixo — Wikipédia (en), com base na Veja nº 939 e na Folha de S.Paulo

Artigo do capitão Jair Bolsonaro na Veja de setembro de 1986, sobre o salário e a saída de cadetes; 15 dias de prisão disciplinar por gerar clima de inquietação.

https://en.wikipedia.org/wiki/O_sal%C3%A1rio_est%C3%A1_baixo

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ISTOE-JULG

Fonte confirmada.

O julgamento que tirou Bolsonaro do anonimato — IstoÉ (resenha de "O Cadete e o Capitão", de Luiz Maklouf Carvalho)

A Veja publicou em 1987 o plano de bombas em quartéis; ele negou; o Conselho de Justificação decidiu contra ele por unanimidade; o Superior Tribunal Militar o absolveu em junho de 1988; eleito vereador no Rio em 1988.

https://istoe.com.br/o-julgamento-que-tirou-bolsonaro-do-anonimato/

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STM-PLACAR

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Placar da absolvição no Superior Tribunal Militar (1988) — IstoÉ e outras fontes de imprensa

Por quanto o STM absolveu: a maioria das fontes diz 9 a 4; outras dizem 8 a 4 ou 8 a 3. Aqui está só "por maioria".

Aqui os historiadores discordam.

https://istoe.com.br/o-julgamento-que-tirou-bolsonaro-do-anonimato/

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TRT12-PEC

Fonte confirmada.

Câmara aprova mais direitos aos domésticos — Agência Câmara, via TRT-12, 2012-11-21

Primeiro turno da PEC das Domésticas na Câmara, em 21/11/2012: 359 a 2.

https://portal.trt12.jus.br/node/9838

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CB-DOM

Fonte confirmada.

Reportagem sobre a PEC das Domésticas no Dia da Trabalhadora Doméstica — Correio Braziliense, 2022-04-27

Fala de Jair Bolsonaro na TV Câmara, em 2013, contra a PEC das Domésticas.

É um exército de pessoas que vão para a informalidade ou vão para o Bolsa Família

https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2022/04/5003604-no-dia-da-trabalhadora-domestica-lula-relembra-pec-e-alfineta-bolsonaro.html

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PEC-VOTO

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Câmara aprova segundo turno da PEC das Domésticas — Congresso em Foco

Se Bolsonaro votou contra a PEC: ele disse em 2015 ter sido o único a votar contra nos dois turnos; a Agência Câmara lista outros dois deputados como os votos contrários do 1º turno; o Congresso em Foco diz que ele não registrou voto. Por isso o texto diz que ele foi contra (pela fala na TV), e não que votou contra.

Aqui os historiadores discordam.

https://congressoemfoco.com.br/noticias/camara-aprova-segundo-turno-da-pec-das-domesticas

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PATO

Fonte confirmada.

Campanha contra aumento de impostos leva pato gigante a Brasília — TNH1/Estadão

Campanha "Não vou pagar o pato", da Fiesp, em setembro de 2015, contra a volta da CPMF, com pato inflável de 12 metros na Avenida Paulista; o pato virou símbolo dos atos pelo impeachment.

https://www.tnh1.com.br/noticia/nid/campanha-contra-aumento-de-impostos-leva-pato-gigante-a-brasilia/

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JB-REFTRAB

Fonte confirmada.

Confira o voto de cada deputado no texto-base da reforma trabalhista — Jornal do Brasil, 2017-04-27

Jair Bolsonaro votou sim no texto-base da reforma trabalhista, em 26/4/2017. A Lei 13.467/2017 criou o contrato intermitente e pôs o negociado acima do legislado em vários pontos.

https://www.jb.com.br/pais/noticias/2017/04/27/confira-o-voto-de-cada-deputado-no-texto-base-da-reforma-trabalhista/

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POSTO

Fonte confirmada.

De Posto Ipiranga a troféu na Esplanada — InvestNews e Exame

O candidato chamava Paulo Guedes de Posto Ipiranga; Guedes era a ponte com o mercado, que desconfiava do candidato.

https://investnews.com.br/economia/de-posto-ipiranga-a-trofeu-na-esplanada/amp/

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GUEDES-CHILE

Fonte confirmada.

Brasil, novo laboratório da extrema direita — Le Monde Diplomatique Brasil e InfoMoney

Paulo Guedes: doutorado em Chicago, professor da Universidade do Chile no começo dos anos 1980, sob Pinochet, e cofundador do banco Pactual.

https://diplomatique.org.br/brasil-novo-laboratorio-da-extrema-direita/

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MT-0210

Fonte confirmada.

Kit Bolsonaro dispara com reta final das eleições e Ibovespa salta 3,8% — Money Times, 2018-10-02

O "kit Bolsonaro" reunia estatais e bancos; a ação da Taurus subiu 27,91% em 2/10/2018.

https://moneytimes.com.br/kit-bolsonaro-dispara-com-reta-final-das-eleicoes-e-ibovespa-salta-38/

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MT-0810

Fonte confirmada.

Mercado "vence no 1º turno" e dispara; dólar vai a R$ 3,76 — Money Times, 2018-10-08

O Ibovespa subiu 4,60% em 8/10/2018, o dia seguinte ao 1º turno.

O mercado parece começar a pôr na conta a vitória de Jair Bolsonaro

https://moneytimes.com.br/mercado-financeiro-vence-no-1o-turno-e-dispara-dolar-vai-a-r-376/

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FOLHA-WPP

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Reportagem sobre empresas que compraram disparos em massa no WhatsApp — Folha de S.Paulo (Patrícia Campos Mello), via Bem Paraná, 2018-10-18

Empresas comprando disparo em massa contra o adversário, com contratos de até R$ 12 milhões: é o que diz a reportagem; a empresa citada nominalmente negou e disse que processaria o jornal.

prática viola a lei por ser doação não declarada

Aqui os historiadores discordam.

https://www.bemparana.com.br/eleicoes-2018/empresarios-bancam-campanha-contra-o-pt-na-redes-sociais/

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AB-TSE

Fonte confirmada.

TSE forma maioria contra cassação da chapa presidencial — Agência Brasil, 2021-10

O TSE não cassou a chapa, por unanimidade; o relator disse que ficou explícito o disparo de mensagens para minar candidaturas adversárias.

Não há elementos que permitam afirmar, com segurança, a gravidade dos fatos

https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2021-10/tse-forma-maioria-contra-cassacao-da-chapa-presidencial

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CONTAS18

Fonte confirmada.

Campanha de Bolsonaro não declarou à Justiça gastos com santinhos — A Gazeta

A campanha de 2018 declarou R$ 2,46 milhões de gastos; o TSE aprovou as contas com ressalvas.

https://www.agazeta.com.br/brasil/campanha-de-bolsonaro-nao-declarou-a-justica-11-milhoes-de-santinhos-1119

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MP870

Fonte confirmada.

MP que extingue Ministério do Trabalho é questionada no STF — Conjur, 2019-01-02

A MP 870, de 1º/1/2019, extinguiu o Ministério do Trabalho; a fiscalização, o conselho do FGTS e o Codefat (seguro-desemprego) foram para o Ministério da Economia.

https://www.conjur.com.br/2019-jan-02/mp-extingue-ministerio-trabalho-questionada-stf//?print=1

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MP870-SENADO

Fonte confirmada.

Senado confirma medida que recriou o Ministério do Trabalho e Previdência — Agência Senado, 2021-11-23

O Ministério do Trabalho foi recriado em julho de 2021.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/11/23/senado-confirma-medida-que-recriou-o-ministerio-do-trabalho-e-previdencia

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SEN-PREV

Fonte confirmada.

Promulgada Emenda Constitucional da reforma da Previdência — Agência Senado, 2019-11-12

A EC 103 foi promulgada em 12/11/2019, com economia estimada pelo governo em cerca de R$ 800 bilhões em 10 anos.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/11/12/promulgada-emenda-constitucional-da-reforma-da-previdencia

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EC103-26

Fonte confirmada.

Emenda Constitucional 103/2019, art. 26 — Congresso Nacional

Homem no INSS: 60% da média com 20 anos de contribuição, mais 2 pontos por ano; 100% com 40 anos.

https://www.legjur.com/legislacao/art/emc_00001032019-26

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MIN19

Fonte confirmada.

Decreto 9.661, de 1º/1/2019 (salário mínimo de R$ 998) — Presidência da República

Salário mínimo de 2019: R$ 998. R$ 800 bilhões divididos por R$ 998 durante 120 meses dão mais de 6 milhões de pessoas.

https://legismap.com.br/leis-e-normas/decreto-n-9-661-de-01-01-2019

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CAM-PEC6

Fonte confirmada.

Quadro comparativo da PEC 6/2019: redação original e aprovada na Câmara — Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados

A capitalização da proposta original não foi admitida pela Câmara.

https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/estudos-e-notas-tecnicas/publicacoes-da-consultoria-legislativa/arquivos-pdf/quadro-comparativo-pec-6-2019-reforma-da-previdencia-redacao-original-e-aprovado-na-cd

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MIL-REF

Fonte confirmada.

Segundo governo, reestruturar carreira e Previdência dos militares trará superávit — Agência Senado, 2019-11-25

Lei 13.954/2019: economia de R$ 97,3 bilhões, reestruturação de R$ 86,85 bilhões, saldo de R$ 10,45 bilhões em 10 anos, segundo a Defesa.

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2019/11/25/segundo-governo-reestruturar-carreira-e-previdencia-militares-trara-superavit

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MIL-73

Fonte confirmada.

Previdência: oficiais terão aumento de até 73%; soldados, de 12% — Metrópoles

O adicional de altos estudos dos oficiais-generais passou de 30% para 73% do soldo; o adicional de formação dos soldados ficou em 12%.

https://www.metropoles.com/brasil/politica-br/previdencia-oficiais-terao-aumento-de-ate-73-soldados-de-12

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DISNEY

Fonte confirmada.

Guedes pede desculpas às empregadas por fala sobre Disney — Congresso em Foco, 2020-02

Em 12/2/2020, com o dólar a R$ 4,35, Guedes disse que o dólar um pouco mais alto é bom pra todo mundo; pediu desculpas em 20/2/2020.

empregada doméstica indo pra Disneylândia, uma festa danada

https://www.congressoemfoco.com.br/governo/guedes-pede-desculpas-as-empregadas-por-fala-sobre-disney/

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PANDORA

Fonte confirmada.

Guedes tem offshore milionária em paraíso fiscal — Agência Pública, 2021-10

Pandora Papers: Dreadnoughts International, aberta nas Ilhas Virgens Britânicas em 2014 e ativa durante o ministério. A defesa diz que é legal, declarada e que ele se afastou da gestão em dezembro de 2018; a Comissão de Ética Pública não viu irregularidade.

https://apublica.org/2021/10/guedes-tem-offshore-milionaria-em-paraiso-fiscal/

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PANDORA-VALOR

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Guedes diz à PGR que se afastou da administração de offshore em 2018 — Poder360

Quanto havia na offshore: US$ 9,55 milhões depositados, segundo os Pandora Papers e o Poder360; US$ 8 milhões em ações subscritas na abertura, segundo a Agência Pública. O texto usa o total depositado.

Aqui os historiadores discordam.

https://www.poder360.com.br/governo/guedes-diz-a-pgr-que-se-afastou-da-administracao-de-offshore-em-2018/

Abrir o documento (abre em outra aba) Usada em: Capítulo 6

FBSP23

Fonte confirmada.

A herança de meia década de descontrole sobre as armas de fogo no Brasil — Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Anuário 2023, 2023

Registros ativos de CACs: 117.467 em 2018 e 783.385 em 2022, quase 7 vezes; um atirador podia comprar até 60 armas, 30 de calibre restrito.

https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2023/08/anuario-2023-texto-11-a-heranaa-de-meia-decada-de-descontrole-sobre-as-armas-de-fogo-no-brasil.pdf

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SALLES

Fonte confirmada.

Salles sugere "ir passando a boiada" para mudar regras durante pandemia — Poder360, 2020-05-22

Transcrição da reunião ministerial de 22/4/2020, cujo vídeo o STF liberou em 22/5/2020.

porque só fala de covid, e ir passando a boiada e mudando todo o regramento e simplificando normas

https://www.poder360.com.br/governo/salles-sugere-ir-passando-a-boiada-para-mudar-regras-durante-pandemia/

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PRODES

Fonte confirmada.

Legado de destruição: Amazônia perde 45.586 km² somente no governo de Jair Bolsonaro — Greenpeace Brasil, com dados do Inpe/Prodes

Desmatamento da Amazônia de 2019 a 2022: 45.586 km², mais que duas vezes a área de Sergipe.

https://www.greenpeace.org/brasil/imprensa/legado-de-destruicao-amazonia-perde-45-586-km-somente-no-governo-de-jair-bolsonaro/

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REUTERS22

Fonte confirmada.

Agro responde por 33 dos 50 maiores doadores de Bolsonaro — Reuters, via Money Times, 2022-10-26

Pelos dados do TSE, 33 dos 50 maiores doadores da campanha de 2022 eram ligados ao agro, cada um com pelo menos R$ 200 mil; R$ 77 milhões de R$ 96,5 milhões vieram de pessoas físicas.

https://www.moneytimes.com.br/agro-responde-por-33-dos-50-maiores-doadores-de-bolsonaro-e-alavanca-financas-da-campanha/

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AUXILIO

Fonte confirmada.

Senado aprova auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais — Congresso em Foco, 2020

O governo propôs R$ 200; o acordo fechou em R$ 600; em 2021, o novo auxílio teve parcelas de R$ 150 a R$ 375.

https://congressoemfoco.com.br/saude/senado-aprova-auxilio-emergencial-de-r-600-para-trabalhadores-informais

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DIEESE-CESTA20

Fonte confirmada.

Pesquisa Nacional da Cesta Básica, abril de 2020 — Dieese, 2020-05-11

A cesta básica de São Paulo custava R$ 556,25 em abril de 2020.

https://imap.dieese.org.br/analisecestabasica/2020/202004cestabasica.pdf

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MINIMO21

Fonte confirmada.

Sem aumento real, salário mínimo vai a R$ 1.100 em 2021 — CUT, com dados do IBGE

O mínimo foi de R$ 1.045 para R$ 1.100 (+5,26%), contra INPC de 5,45% em 2020.

https://www.cut.org.br/noticias/sem-aumento-real-salario-minimo-vai-a-r-1-100-00-em-2021-3ada/

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PENSSAN

Fonte confirmada.

Pesquisa revela que a fome avança no Brasil e atinge 33,1 milhões de pessoas — Conselho Federal de Nutricionistas, sobre o II Vigisan da Rede PENSSAN, 2022-06-08

33,1 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave; pesquisa de campo de novembro de 2021 a abril de 2022, em 12.745 domicílios de todos os estados.

https://cfn.org.br/pesquisa-revela-que-a-fome-avanca-no-brasil-e-atinge-331-milhoes-de-pessoas/

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CENSO-SP

Fonte confirmada.

Censo 2022: as dez cidades mais populosas do Brasil — Exame, com dados do IBGE

A cidade de São Paulo tem 11.451.245 habitantes: 33,1 milhões é quase três vezes isso.

https://exame.com/brasil/censo-2022-confira-as-dez-cidades-mais-populosas-do-brasil/

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BANCOS21

Fonte confirmada.

Lucro líquido dos 4 maiores bancos bate recorde em 2021: R$ 81,6 bilhões — Mais Retorno, com dados da Economatica, 2022

Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander lucraram R$ 81,63 bilhões em 2021, o maior valor nominal da série; corrigido pela inflação, é o 4º.

https://maisretorno.com/portal/lucro-liquido-dos-4-maiores-bancos-bate-recorde-em-2021-r-816-bilhoes-crescimento-deve-superar-10-em-2022

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FIESP22

Fonte confirmada.

Federação de bancos decide assinar manifesto pela democracia — SBT News, 2022-07-27

Manifesto "Em Defesa da Democracia e da Justiça", organizado pela Fiesp e publicado em 5/8/2022 com 107 entidades; a Febraban assinou; Caixa e Banco do Brasil não.

https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/218020-federacao-de-bancos-decide-assinar-manifesto-pela-democracia

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ELETRO

Fonte confirmada.

Eletrobras dá início à privatização com oferta de ações — Poder360, 2022-06

A Eletrobras foi privatizada por oferta de ações em junho de 2022.

https://www.poder360.com.br/economia/eletrobras-da-inicio-a-privatizacao-com-oferta-de-acoes/

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STF-GOLPE

Fonte confirmada.

STF conclui processo e Bolsonaro já pode começar a cumprir pena — Congresso em Foco, 2025-11

Em 11/9/2025, a Primeira Turma do STF condenou Jair Bolsonaro, por 4 a 1, por cinco crimes, entre eles golpe de Estado, a 27 anos e 3 meses; a condenação transitou em julgado em 25/11/2025 e ele passou a cumprir a pena. Também foram condenados generais, um almirante e ex-ministros.

https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/114202/stf-conclui-processo-e-bolsonaro-ja-pode-comecar-a-cumprir-pena

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ABIN-ONIBUS

Fonte confirmada.

Abin identificou financiadores de 103 ônibus para atos golpistas do 8 de janeiro — Jornal do Brasil / Agência Estado, 2023-07-21

Relatórios da Abin à CPMI do 8 de janeiro: 103 ônibus pagos por 83 pessoas e 13 empresas.

a grande pulverização dos contratantes de fretados

https://www.jb.com.br/brasil/2023/07/1044963-abin-identificou-financiadores-de-103-onibus-para-atos-golpistas-do-8-de-janeiro-veja-nomes.html

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PIX500

Fonte confirmada.

STF condena a 14 anos de prisão empresário que doou R$ 500 para ônibus — Folha de Pernambuco (Folhapress), 2026-03

Em 2/3/2026, a Primeira Turma do STF condenou três homens a 14 anos (Pix de R$ 500, R$ 1.000 e mais de R$ 10 mil) pelo ônibus que saiu de Blumenau em 5/1/2023 com 41 pessoas; a defesa diz que o Pix foi empréstimo a um conhecido e recorreu.

https://www.folhape.com.br/politica/stf-condena-a-14-anos-de-prisao-empresario-que-doou-r-500-para-onibus/478531/

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PIX500-RECURSO

Fonte confirmada.

STF não marca data para julgar recurso de empresário condenado a 14 anos por Pix no 8/1 — Diário de Pernambuco, 2026-04

O recurso da defesa, de 9/3/2026, não tinha data de julgamento até abril de 2026.

https://www.diariodepernambuco.com.br/politica/2026/04/11711586-stf-nao-marca-data-para-julgar-recurso-de-empresario-condenado-a-14-anos-por-pix-no-8-1.html

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Linha do tempo

  1. 1986-09

    O capitão Jair Bolsonaro publica na Veja o artigo "O salário está baixo" e pega 15 dias de prisão disciplinar.

  2. 1988-06

    O Superior Tribunal Militar absolve o capitão no caso do plano de bombas em quartéis.

  3. 2012-11-21

    A Câmara aprova em 1º turno a PEC das Domésticas, por 359 a 2.

  4. 2015-09

    A Fiesp infla o pato de 12 metros na Paulista contra a volta da CPMF.

  5. 2017-04-26

    O deputado Jair Bolsonaro vota sim na reforma trabalhista.

  6. 2018-10-02

    Na reta final do 1º turno, a ação da Taurus sobe 27,91%.

  7. 2019-01-01

    A Medida Provisória 870 acaba com o Ministério do Trabalho.

  8. 2019-11-12

    A reforma da Previdência entra na Constituição: 40 anos de INSS pra levar a média cheia.

  9. 2022-08-05

    O manifesto organizado pela Fiesp sai com 107 entidades; a Febraban assina.

  10. 2023-01-08

    Ataque às sedes dos Três Poderes em Brasília; 103 ônibus fretados chegaram para o ato.

  11. 2025-09-11

    A Primeira Turma do STF condena Jair Bolsonaro por golpe de Estado e outros quatro crimes.

  12. 2026-03-02

    Três homens do ônibus de Blumenau são condenados a 14 anos; um deles tinha mandado um Pix de R$ 500.

Créditos

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Primeira página do relatório de resultados da Taurus de 2020, com o título do lucro de R$ 263,6 milhões — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página 8 do relatório da Taurus de 2020, com a frase sobre a mudança da legislação e a rentabilidade marcada — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
Imagem
Jair Bolsonaro, de cabeça baixa, assina o Decreto 9.785 (armas) na mesa do Palácio do Planalto, 7 de maio de 2019; recorte fechado nele: dos outros só mãos e ternos, nenhum rosto — Marcos Corrêa/PR · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
Imagem
Pistola Taurus PT99, calibre 9 mm, fotografia de produto — Kerim44 · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
Imagem
Página 2 do relatório da Taurus de 2020: tabela de resultados, com lucro líquido de R$ 263,6 milhões contra R$ 43,4 milhões em 2019 — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página 3 do relatório da Taurus de 2020: carta da diretoria sobre o ano de recordes — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Edifício Sede do INSS em Brasília, com a placa 'Previdência Social / Instituto Nacional do Seguro Social - Edifício Sede', vidro espelhado e lixeiras coloridas; sem pessoas em primeiro plano (maio de 2019, reforma da Previdência) — Pedro França/Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Tropas marchando em desfile cívico-militar em Brasília, setembro de 2023 (foto da Marinha do Brasil) — Marinha do Brasil · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Oficial batendo continência diante de tropas em desfile cívico-militar em Brasília, setembro de 2023 (foto da Marinha do Brasil) — Marinha do Brasil · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Prédios comerciais da Avenida Faria Lima, São Paulo — Wilfredor · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Deputado Jair Bolsonaro sentado em sessão do Congresso, 2018 — Pedro França/Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do STF depois dos atos de 8 de janeiro de 2023, com a Justiça pichada e vidros quebrados — Supremo Tribunal Federal · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Plano aberto e distante do ato de 8 de janeiro de 2023 na Esplanada dos Ministérios, com bandeiras gigantes, viaturas e gás; sem rostos identificáveis; usado como ilustração de 8 s sob narração — Metrópoles · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Jair Bolsonaro, capitão do Exército, em foto de 1986 — Luiz Pinto / Agência O Globo · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Prédio da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas — Giuliano Maiolini · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Entrada da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, Campinas — AbinoamJr · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Superior Tribunal Militar, Brasília — Luis Dantas · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Palácio Pedro Ernesto, sede da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, em foto histórica do acervo do Instituto Moreira Salles — Núcleo de digitalização / IMS · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Reunião de vereadores no Palácio Pedro Ernesto, Câmara Municipal do Rio de Janeiro — Pribruder · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Trabalhadores em greve acompanham sessão da Constituinte da galeria do Congresso, camisetas formando a palavra GREVE, Brasília, fim dos anos 1980 (foto em preto e branco do acervo CEDI, Câmara dos Deputados), recortada para tirar o parlamentar à direita — Agência Senado / CEDI-Câmara dos Deputados · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Palácio do Congresso Nacional, Brasília — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Mesa diretora e deputados no plenário da Câmara dos Deputados — PMDB Nacional · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Trabalhadora doméstica de camiseta vermelha ('Mundo Sem Fronteiras') lava as mãos na pia, limpa a sala e passa o aspirador num tapete — trecho do vídeo do STJ sobre a PEC das Domésticas (1483 a 1495 s), sem o selo 'TVSTJ APP'/QR e sem legenda de nome — Superior Tribunal de Justiça · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Plenário da Câmara dos Deputados, vista geral — PMDB Nacional · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Deputado Jair Bolsonaro em 2013, foto da Agência Brasil — Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr · CC BY 3.0 BR ver origem (abre em outra aba)
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Pato amarelo inflável da campanha da Fiesp «Não Vou Pagar o Pato», em Brasília, 1º de outubro de 2015 — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Pato amarelo inflável gigante da campanha «Não Vou Pagar o Pato», em ato em Curitiba, 2015; usado como ilustração de 8 s sob narração — Canal Sistema Fiep · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Pato amarelo inflável da campanha «Não Vou Pagar o Pato», com a faixa do site da campanha, Brasília, 2015 (recorte) — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Manifestação com patos amarelos infláveis em Brasília, outubro de 2015 — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados, Brasília — Boaventuravinicius · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Infográfico da TV Senado: contrato por hora e home office, trabalho intermitente, horas negociadas com o empregador e período inativo sem remuneração — Senado Federal · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Infográfico da TV Senado: negociado sobre o legislado, a negociação tem força de lei para participação nos lucros, intervalo para almoço, banco de horas — Senado Federal · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Operadores no pregão da Bovespa, São Paulo — Galeria de Léo Pinheiro · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Deputado Jair Bolsonaro em sessão no Congresso, 2018 — Pedro França/Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Deputado Jair Bolsonaro cercado de microfones, 2017 — Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Paulo Guedes, ministro da Economia, no Congresso Nacional — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Quadrângulos principais da Universidade de Chicago — Michael Barera · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Casa Central da Universidade do Chile, Santiago — Sisib Universidad de Chile · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Retrato oficial de Augusto Pinochet, ditador do Chile (1973-1990) — Ministerio de Relaciones Exteriores de Chile · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Palácio de La Moneda, Santiago do Chile — Rjcastillo · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Prédio da Bolsa de Valores de São Paulo — Rafael Matsunaga · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Avenida Brigadeiro Faria Lima, São Paulo, em foto de 1995 — Alexandre Giesbrecht · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Pistola Taurus PT138 Millennium, fotografia de produto — Vrsooo · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Sede do Tribunal Superior Eleitoral, Brasília — Alejandro Zambrana/Secom/TSE · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Auditores fiscais do trabalho em sessão do Senado pelos 30 anos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Prédio do Ministério da Economia, na Esplanada dos Ministérios, Brasília — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Plenário do Congresso Nacional em sessão solene de promulgação da reforma da Previdência, 12 de novembro de 2019 (TV Câmara); plano geral, usado como ilustração de 8 s sob narração — TV Câmara / Câmara dos Deputados · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Idosos e manifestantes na marcha «No + AFP» contra o sistema de aposentadoria por capitalização, Santiago do Chile, 2016 — Felvalen · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Plenário da Câmara dos Deputados em sessão da reforma da Previdência, julho de 2019 (TV Brasil/TV Câmara); plano geral, usado como ilustração de 8 s sob narração — TV Brasil · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Alunos e militares em formatura em desfile cívico-militar em Brasília, setembro de 2023 (foto da Marinha do Brasil) — Marinha do Brasil · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Paulo Guedes, ministro da Economia, em entrevista por videoconferência à TV Brasil, 2020 — TV BrasilGov · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Jair Bolsonaro e Paulo Guedes em solenidade no Palácio do Planalto — Marcos Corrêa/PR · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Texto do Decreto nº 9.785, de 7 de maio de 2019 (armas), no portal do Planalto: brasão, título, 'Revogado pelo Decreto nº 9.844' e '9.847', texto riscado e 'Redação dada pelo Decreto nº 9.797' — a série de decretos na própria página; sem rosto nem assinatura — Presidência da República · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página 5 do texto do Anuário de Segurança Pública 2023 sobre os registros de CACs: 117.467 em 2018, 783.385 em 2022 — Fórum Brasileiro de Segurança Pública · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página 10 do relatório da Taurus de 2020: receita de armas por mercado, 75,9% nos EUA e 21,0% no mercado interno — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Exemplar do Diário Oficial da União numa exposição — Wikimedia Commons · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Viaturas da Polícia Militar de São Paulo enfileiradas — Alexandre Carvalho/A2img · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Área de floresta desmatada e queimada na Amazônia, 2020 (Amazônia Real) — Amazônia Real · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Globo girando até a Amazônia, animação com imagens de satélite da NASA — NASA/Goddard Space Flight Center · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Porteira de uma estrada de fazenda em Laranjal Paulista, São Paulo, 2019 — Igor Eliezer Borges · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Celular com o aplicativo do Auxílio Emergencial ao Trabalhador, 2020 — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada de agência da Caixa e fila de pessoas de máscara na escadaria, auxílio emergencial, 2020 (TV Cultura); usado como ilustração de 8 s sob narração — TV Cultura · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Plenário Ulysses Guimarães, da Câmara dos Deputados, Brasília — Boaventuravinicius · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Capa do II VIGISAN, inquérito da Rede PENSSAN sobre insegurança alimentar no contexto da pandemia de covid-19 — Relatório final · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página 85 do II VIGISAN: 15,5% da população, ou 33,1 milhões de pessoas, em situação de fome — Relatório final · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Edifício comercial na Avenida Faria Lima, São Paulo — Wilfredor · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Coronavírus SARS-CoV-2 em microscopia eletrônica de varredura (NIAID) — NIAID · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Plano geral do ato com leitura da carta pela democracia no pátio da Faculdade de Direito da USP, Largo São Francisco, São Paulo, agosto de 2022 (TV Cultura); usado como ilustração de 8 s sob narração — TV Cultura · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Vista aérea da Avenida Paulista, São Paulo — ProtoplasmaKid · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Esplanada dos Ministérios, Brasília — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Edifício-sede da Eletrobras CGTEE — Paulo rsmenezes · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Cruzamento da Avenida Faria Lima, São Paulo — Wilfredor · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Imagem de câmera de segurança do Eixo Monumental, em Brasília, em 8 de janeiro de 2023 (plano aberto) — Wikimedia Commons · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Supremo Tribunal Federal, Brasília — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do Supremo Tribunal Federal, Brasília — Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Prédio do STF depois dos atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023 — Supremo Tribunal Federal · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Estátua da Justiça pichada em frente ao STF depois dos atos de 8 de janeiro de 2023 — Supremo Tribunal Federal · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Visão geral do desfile cívico-militar em Brasília, setembro de 2023, com as torres do Congresso ao fundo (foto da Marinha do Brasil) — Marinha do Brasil · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Fachada do STF com vidros quebrados e pichações depois dos atos de 8 de janeiro de 2023 — Supremo Tribunal Federal · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Centro de Blumenau, Santa Catarina — Roberto de Vasconcelos · CC BY-SA 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Estátua da Justiça em frente ao STF sendo limpa depois dos atos de vandalismo de 8 de janeiro de 2023 — Supremo Tribunal Federal · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Página 14 do relatório da Taurus de 2020: demonstração do lucro líquido de R$ 263,6 milhões — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Avenida Faria Lima, em São Paulo, à noite — MULTIGRAPHIAS art project · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Manifestação da greve geral de 2019 contra a reforma da Previdência — Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Pato amarelo e manifestantes em Brasília, outubro de 2015 — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Manifestação com patos amarelos infláveis em Brasília, 2015 — Senado Federal · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Manifestantes da greve geral de 28 de abril de 2017 na Esplanada dos Ministérios, Brasília — Lula Marques/Agência PT · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Assembleia e manifestação contra a reforma da Previdência, 2019 — Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Greve geral de 14 de junho de 2019, faixas de várias categorias na rua — Romerito Pontes · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Bandeiras das centrais sindicais no ato do 1º de Maio de 2017, Avenida Paulista — Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Trabalhadores em ato da greve geral de 2019 contra a reforma da Previdência — Wikimedia Commons · CC BY-SA 2.0 ver origem (abre em outra aba)
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Vista aérea da Avenida Paulista, São Paulo — ProtoplasmaKid · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Capa da Carteira de Trabalho e Previdência Social, modelo de 2003, Governo Federal do Brasil — PD-BrazilGov · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Balcão de atendimento especializado numa agência da Previdência Social (INSS), com um segurado mais velho sendo atendido, Brasília (foto da Agência Brasil) — Elza Fiúza/Agência Brasil · CC BY 3.0 BR ver origem (abre em outra aba)
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Gráfico da cotação do dólar em reais (BRL/USD), de 1995 a 2025: a curva sobe forte a partir de 2020 — Monaneko · CC BY 3.0 ver origem (abre em outra aba)
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Banca de rua com placa «Morango 3 por R$ 12,00 — aceito Pix», Viçosa (MG) — Mateus S. Figueiredo · CC BY-SA 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Página da seção Ponto de Vista da revista Veja, setembro de 1986, com o artigo «O salário está baixo», do capitão Jair Bolsonaro; usada como documento de identificação sob a narração, por poucos segundos — Revista Veja · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página da revista Veja de outubro de 1987 com a foto do capitão Jair Bolsonaro, a adutora do Guandu e o croqui da bomba atribuído a ele; reprodução publicada pelo jornal A Tarde, usada como documento de identificação sob a narração, por poucos segundos — Revista Veja (reprodução do jornal A Tarde) · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Texto da Medida Provisória nº 870, de 1º de janeiro de 2019, no portal do Planalto — Presidência da República · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Texto da Emenda Constitucional nº 103, de 12 de novembro de 2019 (reforma da Previdência), no portal do Planalto — Presidência da República · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Primeira página do texto da PEC 6/2019, a proposta original da reforma da Previdência, no portal da Câmara dos Deputados — Câmara dos Deputados · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Anexo III da Lei 13.954/2019 (reforma dos militares): tabela do adicional de habilitação sobre o soldo, que chega a 73% em Altos Estudos e fica em 12% em Formação — Presidência da República · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Anexo III da Lei 13.954/2019 (reforma dos militares), linhas da tabela do adicional de habilitação, com Formação em 12% — Presidência da República · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Reportagem do Portal G1 (13/02/2020), em clipping da FGV Social, com a frase do ministro Paulo Guedes sobre a empregada doméstica na Disneylândia; usada como documento sob a narração, por poucos segundos — Portal G1 (clipping da FGV Social) · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Página 11 do relatório da Taurus de 2020: texto sobre o crescimento do lucro bruto a cada trimestre — Taurus Armas S.A. · Todos os direitos reservados ao titular ver origem (abre em outra aba)
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Tension Documentary — AtlasAudio · Licença Pixabay ver origem (abre em outra aba)
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Beethoven, Abertura Egmont, Op. 84 — Czech National Symphony Orchestra · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Peer Gynt, A Morte de Aase — Grieg · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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A Internacional (Degeyter, 1888), arranjo orquestral — Jerry Engelbach (arranjo) · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Enter the Maze — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Promises to Keep — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Reign — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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The Escalation — Kevin MacLeod · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Abertura As Hébridas — Mendelssohn · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Abertura A Grande Páscoa Russa — Rimsky-Korsakov · Domínio público ver origem (abre em outra aba)
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Places Unseen — Lee Rosevere · CC BY 4.0 ver origem (abre em outra aba)
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Gymnopedie No. 1 — Satie · CC0 ver origem (abre em outra aba)
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Jair Bolsonaro lê o compromisso constitucional na posse como presidente, Congresso Nacional, 1º de janeiro de 2019 — Edilson Rodrigues/Agência Senado · CC BY 2.0 ver origem (abre em outra aba)

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