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Fio Vermelho

Notícia

Deputadas do PL mandaram patrão caçar eleitor de Lula. Punir por voto é ilegal, e a Justiça já mandou Armelau parar

A Justiça do Trabalho deu liminar contra Índia Armelau (PL-RJ): 48 horas pra apagar, multa de R$ 5 mil por dia. O MPT pede R$ 500 mil; Jessicão (PL-PR) é investigada. 1.937 denúncias até a eleição, 140 no dia seguinte.

Por Fio Vermelho ·

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Atualização, 27 de outubro: depois que este texto foi ao ar, a Justiça do Trabalho deu liminar contra Índia Armelau. O juiz Leonardo Saggese Fonseca atendeu em parte o pedido do MPT: ela fica proibida de incentivar patrão a discriminar, demitir ou perseguir trabalhador por convicção política e tem 48 horas para remover as publicações, sob multa diária de R$ 5 mil. Os R$ 500 mil ainda não foram julgados.

Nesta terça, 27 de outubro, o Ministério Público do Trabalho no Rio processou a deputada estadual Índia Armelau (PL-RJ), a mais votada do estado. O motivo é um post publicado depois do 2º turno: "EMPRESÁRIO, OLHA A REDE SOCIAL DO TEU FUNCIONÁRIO AI E CONFERE SE ELE FEZ “L”." E: "ACHO QUE NÃO FAZ SENTIDO NENHUM MANTER NA TUA EMPRESA QUEM ODEIA EMPRESÁRIOS." Na véspera, um dia depois da reeleição de Lula, o MPT recebeu 140 denúncias de assédio eleitoral.

O MPT pede R$ 500 mil. Para a procuradora Fernanda Barbosa Diniz, a deputada agiu "com claro intuito de penalizar trabalhadores por terem exercido direito à liberdade do voto e à cidadania". A liminar é provisória, não é condenação. Armelau diz que repostou outra pessoa, que o post "não expressa qualquer orientação sobre contratações ou demissões", que apagou depois de ser "mal interpretado" e que a ação fere a liberdade de expressão. O MPT diz que imunidade parlamentar não cobre discurso discriminatório.

Jessica Ramos Moreno, a Jessicão, eleita deputada estadual pelo PL do Paraná, escreveu no X que o voto do empregado "prejudica o seu negócio, prejudica a sua família e prejudica toda a sua vida!". E mandou: "Demita o mal". O MPT do Paraná investiga.

Não é acidente, é método

Até o domingo da eleição, 25 de outubro, o MPT tinha 1.937 denúncias de assédio eleitoral no trabalho. Até o 1º turno, 991; no mesmo ponto de 2022, eram só 85. Denúncia não é caso provado; 2022 fechou com 3.606, contando o pós-eleição.

Em agosto, Luciano Hang avisou aos funcionários da Havan, contra o fim da 6x1: "Vocês vão ter que arranjar outro emprego. UM subemprego!". O MPT pede R$ 30 milhões; não há sentença. No Rio, o presidente do Supermercado Zona Sul mandou carta aos funcionários em 23 de outubro, e a Justiça do Trabalho mandou parar no dia seguinte.

O procurador Igor Sousa Gonçalves relata que "o empregador exige até o título de eleitor e informações sobre a zona eleitoral onde essa pessoa vai votar". Em Brumado (BA), uma diarista registrou boletim de ocorrência: a patroa teria perguntado: "E agora a gente vai comer picanha?". Em Cuiabá, segundo representação do deputado Lúdio Cabral (PT) contra o prefeito Abílio Brunini (PL), uma servidora da saúde foi demitida um dia depois de ir a um ato pró-Lula; até 23 de outubro, a reportagem não trazia resposta da Prefeitura. Em Goiânia, na noite da eleição, um pastor idoso de camisa vermelha levou uma rasteira e chutes; a família diz que foi por política, e a Delegacia do Idoso investiga.

Onde esse discurso termina

Em outubro de 2018, Mestre Moa do Katendê foi morto a facadas em Salvador depois de uma "discussão política-partidária"; o assassino pegou 22 anos. Em 2022, Marcelo Arruda, tesoureiro do PT, foi morto a tiros na própria festa, em Foz do Iguaçu. Jorge Guaranho foi condenado a 20 anos em fevereiro de 2025; um dia depois, o TJ-PR o mandou de volta para a prisão domiciliar. No mesmo ano, em Confresa (MT), Benedito Cardoso dos Santos, eleitor do Lula, foi assassinado depois de uma discussão política por um colega de trabalho, segundo o MP-MT. Pena: 14 anos.

É o conto de Feriado no 1º de Maio, sindicato fechado no dia 2 (abre em outra aba): quem jura estar do lado de quem trabalha dá o agrado e depois vai atrás dele. Em 1933, Hitler deu ao trabalhador alemão o feriado pago; no dia seguinte, a tropa nazista invadiu os sindicatos. Aqui, o dono da Havan disse a funcionário que, se a 6x1 (abre em outra aba) acabar, vai sobrar subemprego, e deputada manda demitir quem votou diferente.

Se aconteceu com você

Punir alguém pelo voto é ilegal. A Constituição diz que ninguém será privado de direitos por "convicção filosófica ou política", e a Lei 9.029 (abre em outra aba) proíbe discriminar no emprego. Ameaçar antes do voto pode ser crime eleitoral, com até quatro anos de reclusão.

  • Denuncie ao MPT pelo site (abre em outra aba), no canal do seu estado, ou em qualquer procuradoria do Trabalho. Peça sigilo; não espere a demissão. O MPT também tem o app MPT Pardal.
  • Guarde tudo: mensagens, áudios, vídeos, prints, datas, testemunhas.
  • Não assine pedido de demissão.
  • Gravar a sua própria conversa com o chefe vale como prova na Justiça do Trabalho. É o Tema 237 do STF: "é lícita a prova consistente em gravação ambiental realizada por um dos interlocutores sem conhecimento do outro".
  • Demitido? São até 2 anos depois de sair pra processar: você volta ao emprego com o período parado pago, ou recebe esse período em dobro, mais dano moral.
  • Ameaçaram pra você votar ou não votar? Polícia Federal ou promotor eleitoral da sua zona.
  • Agressão: boletim de ocorrência na delegacia.

Já tem patrão condenado: uma concreteira de São Paulo foi condenada a R$ 1 milhão por ameaçar de demissão quem não votasse no candidato dela em 2022; uma fábrica de estofados de Carmo do Cajuru (MG), a R$ 400 mil.

O que pode mudar, e quem decide

A liminar saiu na mesma terça, 27 de outubro, no processo 0101606-05.2026.5.01.0003: 48 horas para Armelau apagar, R$ 5 mil por dia se não cumprir. Falta o principal. A exigência tem endereço: condenação de Armelau nos R$ 500 mil; e o MPT do Paraná levando Jessicão à Justiça. Quem mandou caçar trabalhador tem nome, cargo e número de processo.

Fontes

30 fontes · 25 confirmadas · 5 disputadas

MPTRJ-ARM

Fonte confirmada.

MPT processa Índia Armelau em R$ 500 mil por assédio eleitoral — Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (PRT 1ª Região), 2026-10-27

O MPT processou a deputada estadual Índia Armelau (PL-RJ) em 27/10/2026 pelo post que mandava o empresário conferir se o funcionário "fez L"; pede R$ 500 mil de dano moral coletivo, retirada do post, comunicado em 24 horas e multa de R$ 100 mil por obrigação descumprida (processo 0101606-05.2026.5.01.0003). A liminar saiu no mesmo dia (MPTRJ-LIM); o mérito segue sem sentença.

com claro intuito de penalizar trabalhadores por terem exercido direito à liberdade do voto e à cidadania

https://www.prt1.mpt.mp.br/informe-se/noticias-do-mpt-rj/3082-mpt-processa-india-armelau-em-r-500-mil-por-assedio-eleitoral

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MPTRJ-LIM

Fonte confirmada.

Justiça do Trabalho proíbe deputada Índia Armelau de incentivar demissões por escolhas políticas — Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (PRT 1ª Região), 2026-10-27

Em 27/10/2026 o juiz do Trabalho Leonardo Saggese Fonseca atendeu parcialmente o pedido do MPT-RJ no processo 0101606-05.2026.5.01.0003: Índia Armelau deve se abster de incentivar empregadores a discriminar, demitir ou perseguir trabalhadores por convicção política e remover as publicações em 48 horas, sob multa diária de R$ 5 mil. O pedido de R$ 500 mil segue sem sentença.

prazo de 48 horas para cumprimento da determinação

https://www.prt1.mpt.mp.br/informe-se/noticias-do-mpt-rj/3083-justica-do-trabalho-proibe-deputada-india-armelau-de-incentivar-demissoes-por-escolhas-politicas

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BDF-ARM

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Deputada bolsonarista é investigada pelo MPT ao sugerir demissão de funcionários que apoiam Lula no Rio — Brasil de Fato (edição de Clívia Mesquita), 2026-10-27

O que o post quis dizer: o MPT diz que estimulou empregadores a punir quem votou no Lula; Índia Armelau diz que repostou um terceiro, que o texto não orienta demissão, que apagou depois de ser mal interpretado, que a ação fere a liberdade de expressão e que não foi notificada. Ela teve 248.504 votos.

não expressa qualquer orientação sobre contratações ou demissões

Aqui os historiadores discordam.

https://www.brasildefato.com.br/2026/10/27/deputada-bolsonarista-e-investigada-pelo-mpt-ao-sugerir-demissao-de-funcionarios-que-apoiam-lula-no-rio/

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MET-JES

Fonte confirmada.

Deputada eleita no PR sugere que eleitor demita empregado que votou em Lula — Metrópoles (Giovana Alves), 2026-10-26

Jessica Ramos Moreno, a Jessicão (PL-PR), vereadora de Londrina eleita deputada estadual, publicou no X que o patrão demita o empregado que votou em Lula.

A porcaria do voto dele prejudica o seu negócio, prejudica a sua família e prejudica toda a sua vida!

https://www.metropoles.com/brasil/deputada-eleita-no-pr-sugere-que-eleitor-demita-empregado-que-votou-em-lula

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CEF-COMO

Fonte confirmada.

Demissão por voto nas eleições é ilegal; saiba como denunciar — Congresso em Foco, 2026-10-27

O MPT do Paraná investiga a deputada eleita Jessicão; a orientação do MPT é denunciar pelo canal do estado em mpt.mp.br, guardar mensagens, áudios, vídeos, prints, datas e testemunhas; quem foi demitido pode pedir reintegração ou o dobro, além de dano moral.

Não é necessário esperar pela demissão para denunciar.

https://www.congressoemfoco.com.br/noticia/129240/demissao-por-voto-nas-eleicoes-e-crime-saiba-como-denunciar

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AMD-JES

Fonte confirmada.

Deputada eleita no PR sugere que eleitor demita empregado que votou em Lula — Amo Direito (reproduz o UOL, Marina Semensato), 2026-10-26

Orientação a quem sofre assédio: não apagar mensagens e não assinar pedido de demissão.

https://www.amodireito.com.br/2026/10/deputada-eleita-pr-sugere-eleitor-demita-empregado-votou-lula.html

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MET-140

Fonte confirmada.

Um dia após a eleição, explodem denúncias de assédio eleitoral ao MPT — Metrópoles, coluna Grande Angular (Isadora Teixeira), 2026-10-26

O MPT recebeu 140 relatos de assédio eleitoral em 26/10/2026, um dia depois do 2º turno.

Ninguém é obrigado a revelar em quem votou, e ninguém pode ser punido pela escolha que fez.

https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/um-dia-apos-eleicao-explode-numero-de-denuncias-de-assedio-eleitoral-ao-mp

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RAD-1937

Fonte confirmada.

MPT registrou quase 2 mil denúncias de assédio eleitoral no trabalho — Agência Brasil / Radioagência Nacional (Daniella Longuinho), 2026-10-26

Até 25/10/2026 o MPT registrou 1.937 denúncias de assédio eleitoral no trabalho; em Goiás, a Justiça proibiu um frigorífico de levar mil apoiadores de um candidato a Caldas Novas no dia do 2º turno.

1.937 denúncias de assédio eleitoral no ambiente de serviço

https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-10/mpt-registrou-quase-2-mil-denuncias-de-assedio-eleitoral-no-trabalho

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CUT-991

Fonte confirmada.

Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu 991 denúncias de assédio eleitoral — Ministério Público do Trabalho, republicado pelo Portal CUT, 2026-10-06

Até o 1º turno de 2026 (4/10) o MPT recebeu 991 denúncias; no mesmo ponto de 2022 (30/9) eram 85.

Na eleição de 2022, até 30 de setembro, eram 85.

https://www.cut.org.br/noticias/ministerio-publico-do-trabalho-mpt-recebeu-991-denuncias-de-assedio-eleitoral-3939/

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ABR-3606

Fonte confirmada.

MPT já registra mais de 300 denúncias de assédio eleitoral — Agência Brasil (Gilberto Costa), republicada pela Fundação Perseu Abramo, 2024-09-24

Segundo o procurador-geral do Trabalho, a eleição de 2022 fechou com 3.606 denúncias de assédio eleitoral, contando as que chegaram depois do 2º turno.

as eleições gerais de 2022, que após o segundo turno totalizou 3.606 denúncias

https://fpabramo.org.br/mpt-ja-registra-mais-de-300-denuncias-de-assedio-eleitoral/

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RAD-HAVAN

Fonte confirmada.

MPT entra com ação contra Havan e Luciano Hang por assédio eleitoral — Agência Brasil / Radioagência Nacional, 2026-09-18

O MPT processou a Havan e Luciano Hang pelo discurso aos funcionários, em agosto de 2026 em Caldas Novas (GO), contra o fim da 6x1, e pede R$ 30 milhões de dano moral coletivo. Sem sentença.

Vocês vão ter que arranjar outro emprego. UM subemprego!

https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/justica/audio/2026-09/mpt-entra-com-acao-contra-havan-e-luciano-hang-por-assedio-eleitoral

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MPTRJ-ZS

Fonte confirmada.

Justiça determina que Supermercado Zona Sul interrompa assédio eleitoral — Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro, 2026-10-24

Depois da carta do presidente do Zona Sul aos funcionários em 23/10/2026, a juíza Cláudia de Abreu Lima Pisco mandou a empresa parar em 24/10, com multa que podia chegar a R$ 500 mil por estabelecimento.

Caso a determinação não seja cumprida até as 23h59 do mesmo dia, a multa passa a ser de R$ 500 mil por estabelecimento.

https://www.prt1.mpt.mp.br/informe-se/noticias-do-mpt-rj/3080-justica-determina-que-supermercado-zona-sul-interrompa-assedio-eleitoral

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ABR-DOM

Fonte confirmada.

Entidades estimulam domésticas a denunciar assédio eleitoral — Agência Brasil (Luiz Claudio Ferreira), 2026-10-23

Trabalhadoras domésticas são alvo de assédio eleitoral; a denúncia ao MPT pode ser feita também presencialmente, em qualquer procuradoria do Trabalho, com pedido de sigilo.

O empregador exige até o título de eleitor e informações sobre a zona eleitoral onde essa pessoa vai votar

https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-10/entidades-estimulam-domesticas-denunciar-assedio-eleitoral

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BN-BRU

Fonte confirmada.

Diarista denuncia patroa por humilhações após votar em Lula em Brumado — Bahia Notícias, 2026-10-27

Uma diarista registrou boletim de ocorrência em Brumado (BA) em 26/10/2026 por humilhações da patroa depois de votar no Lula. A patroa não é nomeada; não há posição da polícia.

E agora a gente vai comer picanha?

https://www.bahianoticias.com.br/municipios/noticia/53105-diarista-no-interior-baiano-denuncia-patroa-por-humilhacoes-apos-votar-em-lula

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BDN-CBA

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Após denúncia de demissão de servidora por apoiar Lula, Lúdio aciona MPT contra Abilio por assédio eleitoral — O Bom da Notícia (MT), 2026-10-23

Houve demissão por apoio ao Lula em Cuiabá? A representação do deputado Lúdio Cabral (PT) ao MPT diz que uma servidora celetista da Empresa Cuiabana de Saúde Pública foi demitida em 19/10/2026, um dia depois de ir a um ato pró-Lula; a Prefeitura não respondeu e o MPT não se manifestou.

Aqui os historiadores discordam.

https://www.obomdanoticia.com.br/politica/apos-denuncia-de-demissao-de-servidora-por-apoiar-lula-ludio-aciona-mpt-contra-abilio-por-assedio-eleitoral/244973

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DCM-GYN

Fonte disputada: os historiadores discordam.

"Extrema violência": o ataque a pastor que usava vermelho após vitória de Lula — Diário do Centro do Mundo, 2026-10-27

Por que o pastor foi agredido em Goiânia na noite de 25/10/2026: a família diz que foi motivação política; a Delegacia do Idoso investiga e ninguém foi identificado. Ele teve fratura no nariz.

Aqui os historiadores discordam.

https://www.diariodocentrodomundo.com.br/pastor-agredido-camiseta-vermelha-goiania

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DRO-GYN

Fonte confirmada.

VÍDEO: Após vitória de Lula, homem de 70 anos com camisa vermelha é espancado — Diário RO, 2026-10-26

Um idoso de camisa vermelha foi agredido em Goiânia depois da vitória de Lula; segundo a PM-GO, o suspeito fugiu antes da chegada da equipe.

o suspeito havia deixado o local antes da chegada da equipe

https://www.diarioro.com.br/2026/10/26/video-apos-vitoria-de-lula-homem-de-70-anos-com-camisa-vermelha-e-espancado/

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BN-MOA

Fonte confirmada.

Caso Moa do Katendê: júri condena Paulo Sérgio Ferreira a 22 anos e 1 mês de reclusão — Bahia Notícias, 2019-11-21

Moa do Katendê foi morto a facadas em Salvador na madrugada de 8/10/2018, depois de discussão política num bar; o autor foi condenado em 2019.

22 anos e 1 mês de reclusão

https://www.bahianoticias.com.br/noticia/241610-caso-moa-do-katende-juri-condena-paulo-sergio-ferreira-a-22-anos-e-1-mes-de-reclusao

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TJ-GUA

Fonte confirmada.

Jorge Guaranho é condenado a 20 anos de prisão pelo assassinato de tesoureiro do PT — SBT News, 2025-02-13

O júri de Curitiba condenou Jorge Guaranho a 20 anos pelo assassinato de Marcelo Arruda, com a divergência política reconhecida como motivo fútil.

https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/jorge-guaranho-e-condenado-a-20-anos-de-prisao-pelo-assassinato-de-tesoureiro-do-pt

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ABR-GUA

Fonte confirmada.

Justiça solta bolsonarista condenado por matar petista em 2022 — Agência Brasil, republicada pelo Portal de Prefeitura, 2025-02-15

Em 14/02/2025, um dia depois da condenação, o TJ-PR mandou Guaranho de volta para a prisão domiciliar.

Guaranho vai voltar para a prisão domiciliar e deverá usar tornozeleira eletrônica.

https://portaldeprefeitura.com.br/brasil/justica-solta-bolsonarista-condenado-por-matar-petista-em-2022/589479/

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ACS-BEN

Fonte confirmada.

Bolsonarista que matou apoiador de Lula em MT é condenado a 14 anos de prisão — Folhapress, via Acessa.com, 2023-09-05

Rafael Silva de Oliveira foi condenado a 14 anos pelo assassinato de Benedito Cardoso dos Santos, eleitor do Lula, em Confresa (MT), em setembro de 2022.

Os motivos são desfavoráveis, em razão da futilidade reconhecida pelos jurados.

https://www.acessa.com/politica/2023/09/amp/171801-bolsonarista-que-matou-apoiador-de-lula-em-mt-e-condenado-a-14-anos-de-prisao.html

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P360-BEN

Fonte confirmada.

Homicídio em Mato Grosso teve motivação política, diz MP-MT — Poder360, 2022-09-20

O MP-MT diz que o assassinato de Benedito Cardoso dos Santos teve motivação política e que a vítima era colega de trabalho do autor.

https://www.poder360.com.br/justica/homicidio-em-mato-grosso-teve-motivacao-politica-diz-mp-mt/

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CF

Fonte confirmada.

Constituição da República Federativa do Brasil (compilado) — Presidência da República (Planalto), 1988

Art. 5º, VIII protege a convicção política; art. 7º, XXIX dá até 2 anos depois do fim do contrato para entrar na Justiça do Trabalho.

ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicaocompilado.htm

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L9029

Fonte confirmada.

Lei nº 9.029, de 13 de abril de 1995 — Presidência da República (Planalto), 1995-04-13

Proíbe prática discriminatória para acesso ou manutenção do emprego; quem foi demitido por discriminação escolhe entre reintegração com ressarcimento integral ou o dobro da remuneração do período de afastamento.

a percepção, em dobro, da remuneração do período de afastamento

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9029.htm

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CE

Fonte confirmada.

Código Eleitoral, Lei nº 4.737/1965 (compilado) — Presidência da República (Planalto), 1965

O art. 301 pune com até quatro anos de reclusão a coação por violência ou grave ameaça para alguém votar ou não votar.

Usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar, ou não votar, em determinado candidato ou partido,

https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4737compilado.htm

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B247-ARM

Fonte disputada: os historiadores discordam.

MPT processa deputada do PL por incentivar demissão de eleitores de Lula — Brasil 247, 2026-10-27

Punir trabalhador depois do voto é crime eleitoral? O MPT cita o art. 301 do Código Eleitoral na ação contra Índia Armelau; é a tese da acusação, porque o artigo fala em coagir a votar ou não votar. Que é discriminação trabalhista ilegal, não há dúvida.

Aqui os historiadores discordam.

https://www.brasil247.com/brasil/mpt-processa-deputada-do-pl-por-incentivar-demissao-de-eleitores-de-lula/

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STF-237

Fonte disputada: os historiadores discordam.

Tema 237 de repercussão geral (RE 583.937) — Supremo Tribunal Federal, via Teses e Súmulas, 2009-11-19

Onde vale a gravação feita por quem participa da conversa: na Justiça do Trabalho e no processo civil, é prova lícita pelo Tema 237; no processo eleitoral, o STF e o TSE oscilaram sobre gravação sem autorização judicial.

é lícita a prova consistente em gravação ambiental realizada por um dos interlocutores sem conhecimento do outro

Aqui os historiadores discordam.

https://tesesesumulas.com.br/tese/stf/237

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CJ-1MI

Fonte confirmada.

Empresa é condenada a pagar R$ 1 milhão por assédio eleitoral em 2022 — Conjur, 2024-08-28

A 72ª Vara do Trabalho de São Paulo condenou uma concreteira a R$ 1 milhão de dano moral coletivo por ameaçar de demissão quem não votasse no candidato dela em 2022.

ameaças de desligamento caso não votassem no candidato de preferência da reclamada

https://www.conjur.com.br/2024-ago-28/empresa-e-condenada-a-pagar-r-1-milhao-por-assedio-eleitoral-em-2022/

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TRT3-400

Fonte confirmada.

Liberdade de voto: Justiça condena empresa em Carmo do Cajuru a pagar R$ 400 mil por assédio eleitoral — Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), 2026-04-22

Uma fábrica de estofados de Carmo do Cajuru (MG) foi condenada a R$ 400 mil por reunião político-partidária na fábrica em 2022.

Desse modo, a sentença condenou a empresa ao pagamento de reparação por danos morais coletivos, no valor de R$ 400 mil.

https://portal.trt3.jus.br/internet/conheca-o-trt/comunicacao/noticias-juridicas/liberdade-de-voto-justica-condena-empresa-em-carmo-do-cajuru-a-pagar-r-400-mil-por-assedio-eleitoral

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FIO-TRAB

Fonte confirmada.

Feriado no 1º de Maio, sindicato fechado no dia 2: por que o trabalhador cai no conto da extrema direita — Fio Vermelho, 2026-10-23

Em 1933, Hitler deu ao trabalhador alemão o feriado pago do 1º de Maio; no dia seguinte, a tropa do partido invadiu os sindicatos.

https://fiovermelho.org/episodios/trabalhador-e-o-conto-da-extrema-direita/

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